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Ivar Hartmann

O Maquiavel caboclo

Leia artigo de Ivar Hartmann
16/05/2018 09:00

 Ivar Hartmann Ivar Hartmann é promotor aposentado

ivarhartmann@hotmail.com

Quando, na primeira eleição da Dilma, eu votei nela, éramos milhões de eleitores seduzidos pela extraordinária gerente que receberíamos. O melhor quadro administrativo do País e do PT apregoavam seus chefes.

Hoje aparecem poucos daqueles antigos eleitores. Entrevistas de Dilma renderam um livro de fino humor, e o YouTube está repleto de suas maravilhosas citações. Quando se passou a prestar mais atenção aos seus pensamentos, viu-se: eles refletem uma nova posição nacional.

O esoterismo na política brasileira. Algo novo. Tão novo que só lendo sua definição para o leitor poder concordar: Esoterismo é o estudo ou a prática de supostas artes divinatórias que parecem não poder ser explicados pelas leis naturais, como, por exemplo, a astrologia, a quiromancia, a magia, a telepatia e a levitação.

É a Dilma ou não é? Resta saber como ela surgiu no céu da Pátria. E aqui entra o Luís Inácio de apodo Lula. O Maquiavel caboclo. Foi ele que pariu Dilma. E por quê?

Pensem. Levei meses matutando sobre isso. A ideia ia e vinha. De repente, estalou a luz da obviedade, quando os inquéritos da Lava Jato começaram a se avolumar, levando de roldão centenas de figurões ligados ao antigo esquema. Eram tantas as fontes de renda. Tão vultosos os valores envolvidos, tantas dezenas de cargos públicos corrompidos, que a engrenagem só poderia funcionar se apenas uma cabeça pensasse. Se apenas uma cabeça estivesse acima da dúvida dos mortais brasileiros. Lula inventou Dilma. Esta sombra obediente e necessária para que as grandes empresas nacionais da construção civil continuassem roubando. Para ela ter o voto e o apoio popular, necessitava ser reconstruída, e Lula se encarregou de difundi-la como uma técnica maravilhosa, competente, patriota, guerrilheira corajosa. Que mais queríamos?


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