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Clima

Possibilidade de rompimento de contrato de meteorologia gera polêmica na capital

Em função da crise financeira, há estudos sobre reformulação do vínculo entre a Prefeitura de Porto Alegre e a MetSul
16/05/2018 20:03 16/05/2018 20:06

A declaração do Secretário de Segurança de Porto Alegre Kléber Senisse, sobre um possível cancelamento de contrato entre a MetSul Meteorologia e a prefeitura da capital gerou polêmica na tarde desta quarta-feira (16). A Prefeitura de Porto Alegre renovou, no início de maio, o contrato com a MetSul Meteorologia até julho deste ano. A empresa é responsável pela medição de temperatura nos bairros, monitoramento do volume de chuva e alertas de avisos meteorológicos na capital do Estado, prestando serviço de alerta a toda a região metropolitana.

Ao Jornal NH, o Secretário de Segurança de Porto Alegre, coronel Kléber Senisse, disse que, em tempos de crise, como o que vive a prefeitura da capital, em todas as renovações de contrato com prestadoras de serviço, se cogita "enxugar custos".

"A prefeitura atravessa uma crise financeira, e nesse contexto sempre se estuda a possibilidade de enxugar custos. No momento atual em que renovamos o contrato com a Metsul, foi pensado em como dar conta desse serviço em um eventual novo momento de dificuldade de renovação, como foi agora. Pensamos em um possível convênio com a aeronáutica em Canoas, por exemplo, mas tudo está sendo estudado", esclareceu o secretário.

Serviços custam R$ 13 mil mensais

De acordo com a MetSul Meteorologia, o serviço permanecerá sendo prestado 24 horas por dia até o final do primeiro semestre, quando acaba o acordo com município. A empresa, que se manifestou por meio de nota, enfatizou que espera que o projeto continue operando após esse prazo para evitar um "retrocesso gigantesco" nas medições de chuva, temperatura, alertas de catástrofes e até outros serviços – todos eles juntos custam aproximadamente R$ 13 mil mensais aos cofres municipais.

Retorno ao século 19

Conforme dados cedidos pela Metsul, hoje Porto Alegre é coberta por 15 pontos de medição meteorológicas. Esse número cairia para apenas dois: o aeroporto Salgado Filho e o Jardim Botânico. Outras opções de serviço, como a própria base aérea de Canoas, não funcionam 24 horas por dia. Isso inviabilizaria a emissão de um alerta de catástrofe meteorológica durante a madrugada, por exemplo. 

Já o monitoramento do nível do Guaíba é atualmente feito com réguas digitais online regrediria para o século 19, voltando a ser feito com réguas de madeira. Além disso, os dados e informações levantadas pelo serviço nos últimos 12 anos seriam perdidos. 


Jornal NH
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