Olá leitor, tudo bem?

Use os í­cones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, ví­deos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Enfim salvos

Ex-monge, técnico de futebol ensinou meditação a jovens presos em caverna

Apesar das críticas, Ekapol Chanthawong, de 25 anos, foi fundamental para a sobrevivência dentro da gruta
10/07/2018 11:49 10/07/2018 11:57

Tang Chhin Sothy/AFP
Outdoor mostra membros do time de futebol tailandês e seu treinador em Chiang Rai
Ex-monge, o técnico do time "Javalis Selvagens" foi fundamental para a sobrevivência dos 12 jovens presos por quase 18 dias dentro de uma caverna na Tailândia. De acordo com a Folha de S.Paulo, Ekapol Chanthawong, de 25 anos, deixou há três anos o mosteiro em que viva e atualmente trabalhava como treinador-assistente de Nopparat Khanthavong, 37, o treinador-chefe dos Moo Pa (Javalis Selvagens).

Apesar das criticas por ter entrado com as crianças no local, já que placas alertando para o perigo durante o período das monções, fortes chuvas, ele é visto por muitos como uma força divina para proteger os meninos. Dentro da caverna, Ek, como é chamado, ensinou técnicas de meditação e de como conservar ao máximo as energias.

Mais fraco do grupo

Ao The Washington Post, autoridades do resgate disseram que o treinador era um dos mais fracos dos sobreviventes porque deu aos jovens sua parte na comida e na água que tinham levado ao local. “Se ele não tivesse ido junto, o que teria acontecido com meu filho?”, disse a mãe de Pornchai Khamluang, um dos jovens na caverna, em entrevista a uma rede de televisão tailandesa. “Quando ele sair, precisaremos curar seu coração. Meu querido Ek, eu jamais o culparia.”

Órfão aos 10 anos

Após ficar órfão aos 10 anos, Ekapol estudou para ser monge. Segundo amigos, deixou o mosteiro para cuidar de sua avó doente em Mae Sai, no norte da Tailândia, onde trabalhava como ajudante no templo de um mosteiro e no time de futebol.

Comunicação por cartas

A comunicação, assim que foram encontrados, foi feita por meio de cartas. A Marinha tailandesa publicou algumas delas, entre elas a de Ekapol. Nela, o treinador pedia desculpas e agradecia o apoio. “Prometo cuidar ao máximo destes meninos”, escreveu ele. “Quero agradecer por todo o apoio, e quero pedir desculpas.”


Jornal NH
PUBLICIDADE

WEBTV

PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS