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Berenice Adams

Memórias afetivas

Leia artigo de Berenice Adams
09/07/2018 12:00

Berenice Gehlen Adams Berenice Adams é pedagoga, especialista em Educação Ambiental

Quando o meu netinho Adam era bem pequeno, e algumas vezes passava um tempo comigo, acostumou-se a segurar nos meus colares quando eu o fazia dormir. Após adormecer, para colocá-lo na cama era uma dificuldade desdobrar aqueles dedinhos gordinhos que estavam agarrados ao que circundava o meu pescoço.

O tempo passou, e Adam foi morar longe, bem longe - logo após fazer um aninho - assim como foram todos os outros netinhos. Agora, tenho a graça de estar visitando-os. Dois deles fazia quase dois anos que não os via, entre eles, o Adam. O momento do nosso reencontro foi muito emocionante. Rimos, brincamos, passeamos, nos divertimos. Adentramos em um mundo parecido com o da “Terra do Nunca”, do Peter Pan, de pura magia, que compensa qualquer cansaço, preocupação e saudade que sentem os corações dos avós que vivem distantes dos netos.

Certo dia, quando a tarde terminava e dava lugar para a noite começar, pego o Adam no colo – que agora tem pouco mais de três anos – e pergunto-lhe: “Onde está aquele meu bebezinho?” Ele ri, envergonhado, e aninha-se no meu abraço. De repente, coloca a mão no meu colar e o segura com muita atenção e carinho. Olha para mim e diz com ternura: “O teu colar, vovó!” Foi neste momento que lembrei desta sua doce mania de segurar nos meus colares. Tive que conter o choro que queria saltar de dentro de mim, por tão forte emoção. Pensei: “Ele lembra, mas como, se tinha menos de um ano quando fazia isto?” Emocionada, chorei por dentro ao mesmo tempo em que sorri e o abracei mais forte ainda, com toda ternura do mundo!



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