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Ivar Hartmann

Refugiados, sim ou não?

Leia artigo de Ivar Hartmann
11/07/2018 09:00

 Ivar Hartmann Ivar Hartmann é promotor aposentado

ivarhartmann@hotmail.com

A grande questão hoje, na Europa, é o que fazer com os refugiados africanos que, aos milhares, semanalmente, por embarcações tão pequenas quanto perigosas, tentam chegar às costas europeias. Percebe-se quem os transporta: como os haitianos ao Brasil ou latinos para os Estados Unidos. São pequenos empresários que fazem deste transporte um meio de ganhar dinheiro à custa, muitas vezes, da vida e sempre da miséria humana.

No caso dos africanos, os que chegam à Europa Ocidental somam-se aos que fogem das guerras do Oriente. Como são milhões de pessoas os interessados, é um comércio altamente lucrativo que gira em torno da miséria de uns e da piedade de outros. Como muitos governantes se apercebem que não há fim para este fluxo, tomam medidas que, mesmo sendo antipáticas, são aceitas por seus concidadãos e ferem as vontades de outros governantes, todos unidos pelo Mercado Comum Europeu. A Suécia mantém suas fronteiras fechadas. Os novos governos da Áustria e da República Tcheca estão adotando o mesmo proceder. Um ministro italiano, país à beira Mediterrânea e uma das portas preferidas de entrada dos africanos, resolveu endurecer e não aceitar mais refugiados.

A questão econômica maior são as previsões de como serão as populações dos países europeus em 2080 face ao envelhecimento de seus cidadãos e às necessidades de manter os países a funcionar e a aposentadoria. Portugal estuda uma solução que visa a aumentar a natalidade de seus nacionais. Um ano de licença prêmio às mães, dez mil euros de bonificação por filho. Outros vão em sentido contrário: aceitar os refugiados que aumentam suas populações e o número de trabalhadores.

Nos dois casos visando ao futuro nacional. Quem está fugindo da pobre África não são os miseráveis: estes não têm dinheiro para as despesas de viagem. Os estudos dizem que os homens que fogem têm instrução, muitas vezes secundária ou superior. Ficam os que não sabem produzir e vão-se embora os necessários.


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