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Hospital Centenário promove arraial para incentivar doação de órgãos

Atividade aconteceu quarta-feira (11) com a presença de pacientes que estão na lista de espera e pacientes transplantados
12/07/2018 08:27 12/07/2018 09:32

Diego da Rosa /GES
Festa contou com a presença de transplantados como João Campello, 39 anos.
Uma festa julina, com tudo que a comemoração tem direito, mas, com um objetivo a mais: o Atividade aconteceu quarta-feira (11) com a presença de pacientes que estão na lista de espera e pacientes transplantados de chamar atenção para a doação de órgãos. Foi assim que o Hospital Centenário realizou o Arraial da Doação, ontem (11), no refeitório da instituição.

A ação foi voltada exclusivamente aos trabalhadores, com a presença de pacientes que estão na lista de espera e pacientes transplantados, em dois horários, pela manhã e à tarde. A atividade foi organizada pela Comissão Intra-hospitalar de Captação e Doação de Órgãos do Hospital. A vice-presidente de operações do local, Lilian Silva, salientou que a ideia foi aproveitar a festa temática para falar sobre a importância da doação, divulgar entre os funcionários e chamar a atenção para o trabalho da Comissão, que é desconhecida de muitos. “A melhor mídia é o profissional da casa, por isso, queríamos fortalecer o tema internamente”, comenta.

O Hospital Centenário faz a retirada dos órgãos, quando a família autoriza a doação. Depois, encaminha os mesmos para a coordenação estadual, em Porto Alegre, que destina às pessoas que esperam na fila. Este ano, apenas um paciente autorizou a doação de seus órgãos no Hospital.

Funcionárias apoiam a causa

Participando do arraial, e há mais de 20 anos atuando como técnica de enfermagem da pediatria do Hospital, Maria Elisabeth Stroeher, 57 anos, conta que já havia feito cadastro como doadora há algum tempo. “Já conversei sobre isso com meu filho também. A doação é muito importante. Se para a vida para um, pode continuar para outro”, entende.

Também a favor da doação de órgãos, a técnica de enfermagem do Pronto Socorro, Nádia Dalla Porta, 35 anos, acredita que o número de doadores é pequeno por desconhecimento das pessoas. “Quem está de fora, acredita em sobre vida, que o paciente ainda pode se recuperar mesmo quando não há mais chances, por isso não quer doar”, opina.

“Não tem legado maior que a doação de órgãos”

Um dos convidados da festa foi o acadêmico de fisioterapia, João Campello, 39 anos, que há 3, recebeu um pulmão. “Fiquei cinco anos até entrar na lista e mais 14 meses até fazer o transplante”, relata o morador de Rio Grande. Campello conta que desde os 14 anos quando viu uma matéria na TV decidiu ser doador e conversava com todos sobre o assunto. “Com 18 anos também comecei a doar sangue. Sempre falei sobre a importância da causa sem saber que um dia ia precisar”.

Hoje, Campello é o presidente da Associação Riograndina de Pré e Pós Transplantados e desenvolve projetos de conscientização sobre o assunto na cidade e em outros tantos lugares do Estado, ajudando a formar uma rede a favor da causa. “Tenho comigo que você só é lembrado em vida, quando deixa um legado. E não tem legado maior que a doação de órgãos”, conclui.



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