Olá leitor, tudo bem?

Use os í­cones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, ví­deos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Entrevista

Trio hamburguense Corujazz aposta em composições autorais

Trio hamburguense Corujazz aposta em composições autorais e instrumentos exóticos
19/09/2018 13:38 19/09/2018 15:13

Corujazz lançou em 2018 seu primeiro EP “Eu encontrei um balde velho da minha mãe, daqueles de ferro. Estava todo sujo e cheio de areia. Limpei ele e vi que tinha uma sonoridade muito boa. Peguei umas baquetas vassourinha no estúdio e notei que poderia ser uma boa ideia. O baterista detestou”, comenta Matheus Moraes, voz e guitarra acústica da Corujazz, trio hamburguense que ainda conta com seu irmão Rodrigo Moraes, no rabecão (contrabaixo) e voz, e o baterista César Augusto, na gaita de boca, voz e balde. “Ele acabou se acostumando com a ideia de não usar uma bateria e gostou do balde. Inclusive, o balde cresceu tanto que virou uma das marcas da banda”, explica o guitarrista.
A Corujazz está na estrada há dois anos e, em 2018, lançou seu primeiro EP, álbum homônimo que traz seis canções autorais da banda, e se apresenta em shows em toda a região e Estado, incluindo uma participação no Movimento Viva a Música!, no mês passado, em Ivoti. Mas o sucesso não veio da noite para o dia. “Já havia atuado com a Salton Blues durante 10 anos. Sempre era muito difícil conseguir abrir as portas para shows em muitas cidades. Mas com a Corujazz e toda essa facilidade de poder tocar em qualquer lugar, além do rabecão e do balde que chamam a atenção, estamos abrindo portas em lugares que nem imaginávamos que poderíamos estar mostrando nossa música, principalmente por termos no repertório músicas clássicas do gênero, mas apostarmos em composições próprias”, admite.
Apesar do sucesso do novo instrumento, Matheus afirma que o balde deve se aposentar na próxima fase da banda. “Estamos compondo e vamos voltar com a bateria no novo projeto”, explica.

Gravações ao vivo
Para tentar reproduzir a experiência dos grandes músicos de jazz do passado, a banda gravou o seu primeiro EP em sessões ao vivo, ao invés de apostar na gravação de faixa por faixa de instrumentos. “Foi um processo bem longo. Gravamos nossas seis músicas ao longo de 8 horas no estúdio. E dali, escolhemos os melhores takes.” O resultado mostra a afinidade da banda com músicas instrumentais que vão da batida inconfundível do jazz até momentos de maior virtuosismos, como na faixa Transcendental.
“Uma das minhas músicas favoritas é Jericó, canção que fiz para o meu filho e que me levou para o jazz. Já Chuck é um pouco diferente das demais, já que é a única que temos vocais”, explica.


Jornal NH
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS