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Economia

Depois de Apple, Trump pede para Ford levar produção para os Estados Unidos

No entanto, montadora diz não pretender produzir Focus Active em outro lugar
10/09/2018 12:34 10/09/2018 12:36

Foto por: Jim Watson/AFP
Descrição da foto: Donald Trump
O presidente Donald Trump ainda defende que a guerra comercial com a China estimulará mais empregos industriais nos EUA. Desta forma, a Apple e a Ford são um de seus alvos, que discordam do líder. Em uma publicação no twitter neste domingo, Trump disse que a decisão da Ford de não importar o novo utilitário esportivo da China significa que o Focus Active "agora pode ser construído nos EUA".

A montadora, no entanto, disse que não tem planos de voltar a produzir o modelo em outro lugar. No fim de agosto, a Ford informou que a arrecadação de 25% do governo Trump em automóveis construídos pela China já minou a lucratividade da empresa.


Ford manteve sua decisão

Também no twitter, o porta-voz da Ford, Mike Levine, respondeu ao presidente:

"Não seria lucrativo construir o Focus Active nos EUA, com um volume de vendas anual esperado de menos de 50 mil unidades".

Para a Ford, deixar de produzir o Focus Active, que é de baixo volume, não será muito significativo para seus negócios, pois a empresa vende mais de 2,5 milhões de veículos por ano em seu mercado doméstico. Mas, segundo a montadora, outros veículos também podem ser incluídos na lista de veículos a deixarem de ser produzidos se Trump mantiver as guerras comerciais com países como a China, a Europa e até o Canadá.

Anteriormente, a Ford já anunciou que deixará de vender todos os carros de passageiros nos EUA, exceto o Mustang, atendendo à preferência dos americanos por caminhões e SUVs grandes e lucrativos. A montadora havia planejado uma vez transferir a produção do Focus para o México, mas, no ano passado, decidiu por mudar a produção para a China.



Apple pede outras medidas

No sábado, o presidente recomendou à Apple que começasse a construir novas fábricas nos EUA depois que a empresa avisou que a proposta de US $ 200 bilhões em novas tarifas sobre as importações chinesas aumentaria o preço de seus produtos.

No início deste mês, A Apple pediu, por meio de carta ao Escritório do Representante de Comércio dos EUA, que o governo apresentasse outras medidas para reforçar a economia. "Nossa preocupação com essas tarifas é que os EUA serão os mais atingidos, e isso resultará em menor crescimento e competitividade no país e os preços mais altos para os consumidores americanos".



Guerra Comercial

Os EUA já impuseram US $ 50 bilhões em tarifas aos produtos chineses, com outros US $ 200 bilhões nos estágios finais de implementação. Trump disse na última sexta-feira que está considerando outros US $ 267 bilhões em tarifas sobre os produtos chineses. Porém, segundo analistas, as medidas afetarão virtualmente todas as categorias de bens de consumo, retaliando o que chamam de práticas comerciais desleais.


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