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Tráfico internacional

Defesa deve pedir expulsão de hamburguenses presos no Egito

Estratégia é conseguir que Jean e Luana respondam pelas leis brasileiras
19/09/2018 07:47 19/09/2018 07:47

Foto por: Reprodução
Descrição da foto: Luana Maikiely Silva Paranhos, 23, e Jean Henrique Sperb, 25 anos
Os advogados de Jean Henrique Sperb, 25 anos, e Luana Maikiely Silva Paranhos, 23, presos por tráfico de drogas no Egito, devem pedir a expulsão dos hamburguenses ao Brasil. Assim, não responderiam pelo suposto crime no país árabe, que prevê pena de morte, prisão perpétua ou condenação de 25 anos no regime fechado, e estariam sujeitos unicamente à legislação brasileira por tráfico internacional. A tentativa será feita na próxima terça-feira, quando Jean e Luana terão a primeira audiência na Justiça egípcia.

O caso ainda está na fase da investigação policial, que começou no último dia 9, quando foram flagrados com entorpecente ainda não informado no desembarque no aeroporto do Cairo. Os outros quatro brasileiros presos no Egito, em 2014 e 2015, todos paranaenses, ainda estão lá. E só um já foi julgado. Pegou 25 anos.

Suporte

Os hamburguenses são defendidos por advogados públicos fornecidos pela embaixada brasileira no Egito. A família de Jean está com advogado desde o dia 12, para receber o suporte de informações e orientações no Brasil. Caso, na audiência, seja decidido pela abertura do processo, ela vai decidir se ele atuará diretamente no ação criminal no Cairo. Os pais de Luana chegaram a orçar escritórios na região, mas, em razão dos custos, optaram pela defesa oferecida pelo consulado.

Polícia Federal não foi acionada

A investigação está somente com as supostas provas obtidas no aeroporto. As autoridades egípcias ainda não apuraram o roteiro dos hamburguenses, como as duas semanas na fronteira com a Bolívia antes da viagem ao Egito, tampouco informações sobre a vida dos acusados. “Até o momento, a Polícia Federal no Rio Grande do Sul não recebeu pedido de Cooperação Policial Internacional referente ao caso relatado na matéria do Jornal NH do dia 16 de setembro”, diz a PF, em nota à reportagem.

Leia a reportagem completa na edição impressa ou digital do Jornal NH.


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