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Eleição segura

Urnas eletrônicas são auditadas em Novo Hamburgo

Equipamentos com supostos problemas passaram ontem por verificação
19/10/2018 08:58 19/10/2018 09:12

Foto por: Fábio Radke/GES-Especial
Descrição da foto: Conferência: no Cartório Eleitoral, juízes e servidores explicaram o funcionamento da urna
Faltando pouco mais de uma semana para a votação em segundo turno, os Cartórios Eleitorais de Novo Hamburgo realizaram auditoria de algumas urnas eletrônicas na tarde de ontem, com presença de técnicos, eleitores e representantes da sociedade civil. Equipamentos com reclamações pontuais foram analisadas para confirmar a segurança do sistema eletrônico de votação. O procedimento liderado pelos juízes da 76ª Zona Eleitoral, Joseline Mirele Pinson de Vargas, e da 172ª Zona Eleitoral, Gustavo Borsa Antonello, aconteceu no cartório do bairro Pátria Nova.

“Tivemos a auditoria em urnas que teriam apresentado alguma falha durante a votação. Basicamente, pegamos e separamos esses equipamentos e convidamos autoridades e os eleitores envolvidos”, explica a magistrada que responde pelo cartório onde estão armazenadas as urnas. Segundo Joseline Vargas, os participantes conferiram que as urnas estavam com os lacres originais, boletins de urnas e o código gerado e enviado posteriormente para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O sistema eletrônico de votação no Brasil, em substituição às cédulas de papel, começou em 1996.

Programas lacrados

Os programas usados nas urnas eletrônicas são compilados, assinados digitalmente e lacrados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O equipamento não tem ligação nenhuma com a Internet ou outro meio de transmissão de dados. O único cabo que existe no aparelho é o de energia elétrica. Encerrado o horário de votação, uma mídia móvel (pendrive) armazena as votações geradas pelo boletim de urna.


Auditoria mantém sigilo do voto

Reclamações por parte de eleitores participantes estavam relacionadas a dúvidas se o voto para presidente foi, de fato, computado, e que em algumas situações o voto teria sido confirmado antes do eleitor ter a certeza de que era seu candidato. Os juízes e servidores do TRE explicaram que pode ter ocorrido uma confusão quanto ao alerta sonoro. “O barulhinho após a votação para presidente é maior do que na confirmação dos outros cargos, porque todos os dados são processados ao fim da votação.

E em outra situação, na qual o eleitor digita rápido o número, confirma, não esperando aparecer a foto, esse voto será computado igual”, explica a juíza. Segundo uma servidora do cartório local, as oito reclamações são de pessoas idosas. “Em um universo de milhões, não modifica o sentido das eleições. Não se sabe exatamente o que houve lá em frente à urna. Não há como buscar o voto de determinada pessoa na auditoria por que ele é sigiloso”, observa o juiz Antonello.

Auditoria ao vivo

De Porto Alegre houve transmissão ao vivo no canal do TRE Gaúcho no YouTube de auditoria pertencente à seção 282, da 111ª Zona Eleitoral da Capital. Os trabalhos na regional aconteceram ontem à tarde e seguem na manhã de hoje. Nesta quinta-feira aconteceu a preparação da urna eletrônica, conforme orientações expedidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enquanto hoje é a vez dos trabalhos de auditoria no hardware e no software da urna, a fim de reproduzir o que aconteceu na seção eleitoral.


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