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Notícias | Região Moradora de Portão

Seis anos após desaparecimento, família ainda busca por Beatriz Winck

Filho de Beatriz distribui cartazes com a foto da mãe e da avó por conta da semelhança física das duas

Última atualização: 19.10.2018 às 20:40

Foto por: Reprodução
Descrição da foto: Cartaz de busca de Beatriz foi confeccionado com a imagem da mãe dela ao lado, Ely; a semelhança das duas ajudaria o reconhecimento da desaparecida seis anos depois
Nem o esforço da Polícia, nem o alcance das redes sociais, onde circulam imagens que supostamente seriam da Beatriz Joanna von Hohendorff Winck, então com 78 anos, foram capazes de aproximar a moradora de Portão da família novamente. Mas o filho de Beatriz, João Carlos Winck, 59, segue incansável na busca pela mãe.

Representante de uma empresa alemã no Brasil, Winck viaja com frequência por conta do trabalho. “Por todo lugar que vou, eu levo fotos dela, procuro em asilos e hospitais para tentar localizá-la”, conta Winck, que nesta semana estava em Franca, no interior de São Paulo, onde iria procurar pela mãe.

A moradora de Portão desapareceu em 21 de outubro de 2012, durante uma viagem ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, também no interior de São Paulo. Na época, em companhia do marido, Delmar Winck, Beatriz estava dentro de uma loja no santuário, disse que esperaria na porta, mas desde então não foi mais vista.

O caso do desaparecimento de Beatriz segue em aberto na Polícia Civil de São Paulo, mas sem novidades. “Não fomos mais chamados pela polícia, mas sempre recebemos informações de outras pessoas e fotografias, mas todas as informações sempre deram negativas”, comenta Winck, que divide as buscas pela mãe com os compromissos do trabalho.

Winck lembra que é comum circular na Internet, em redes sociais, fotos que sugerem ser de Beatriz, mas ele garante ter conferido todas as informações que já circularam e que nenhuma delas confirma que seja a mãe dele. “Na minha opinião ela não está morta. Eu não desisto de procurar e tenho certeza que reconhecerei minha mãe quando reencontrá-la”, afirma Winck, que já procurou Beatriz em Goiás, no Paraná, no interior de Minas Gerais, além de São Paulo. “Vou em asilos e em hospitais e deixo uma foto dela”, diz.

Marido de Beatriz, Delmar Winck, 86, convive com os reflexos da falta de respostas sobre o desaparecimento da mulher. “Ele tem altos e baixos, às vezes chora; sente muita falta”, diz João Carlos, que junto da foto da mãe coloca a da avó nos cartazes de busca. “Imagino que ela esteja mais parecida com a mãe dela, então coloco as duas fotos lado a lado”, explica.


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