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Notícias | Rio Grande do Sul Pós-graduação

Uergs recebe autorização para mestrados em alimentos e formação docente

Atualmente, a Uergs oferece dois mestrados, em Educação e em Ambiente e Sustentabilidade

Última atualização: 06.10.2018 às 13:18

A Uergs obteve nesta sexta-feira (5) aprovação para ofertar dois mestrados profissionais: de Ciência e Tecnologia de Alimentos, na unidade em Encantado, e de Formação Docente para Ciências, Tecnologias, Engenharias e Matemática, na unidade em Guaíba.

Atualmente, a Uergs oferece dois mestrados, em Educação (Osório) e em Ambiente e Sustentabilidade (São Francisco de Paula). Em setembro deste ano, a universidade recebeu autorização para abertura do mestrado acadêmico em Sistemática e Conservação da Diversidade Biológica, em parceria com a Fundação Zoobotânica (FZB).

"Com a aprovação de três mestrados, a Uergs mostra o amadurecimento da instituição e o excelente quadro de docentes que possui se considerarmos o baixo percentual de aprovação pela Capes em novas propostas de mestrado em todo o país", observa a coordenadora de pós-graduação Débora Matos.

A escolha da unidade em Encantado para a oferta do curso de especialização em Ciência e Tecnologia de Alimentos se dá em função de que é uma região de tradição agroindustrial. A Uergs já oferece na unidade do Vale do Taquari os cursos de bacharelado em Ciência e Tecnologia de Alimentos e o Curso Superior de Tecnologia em Agroindústria.

Com esse mestrado, a instituição pretende continuar voltada ao atendimento das demandas regionais e promover um avanço na área de ciência de alimentos, por meio de atividades de pesquisa, intervenção e extensão.

O mestrado em formação docente para Ciências, Tecnologias, Engenharias e Matemática é fruto da experiência com o curso de especialização em Educação em Engenharia, em Ciências Exatas e Matemática, aberto em 2016.

De acordo com os proponentes, a intenção é que o mestrado priorize a sala de aula e os processos de ensino e aprendizagem para reflexão e proposição de novas metodologias. A proposta supre demandas profissionais pouco atendidas pelos programas tradicionais e problematiza o uso da tecnologia, além de estabelecer uma visão crítica sobre os processos pedagógicos e as implicações em cursos de natureza técnica.


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