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Porto Alegre

MP deve avaliar caso de jovem que teve símbolo desenhado a canivete na barriga

Agressão, que ganhou destaque nacional, não foi representada criminalmente pela vítima
11/10/2018 09:18 11/10/2018 09:18

Foto por: Facebook/Reprodução
Descrição da foto: Jovem teve símbolo, semelhante ao de uma suástica nazista, desenhada a canivete em sua barriga
A jovem agredida em Porto Alegre e que teve desenhado no corpo um símbolo semelhante a uma suástica decidiu não representar criminalmente o caso, que ganhou destaque nacional. Ela chegou a registrar ocorrência policial, mas após depoimento voltou atrás. Com isso, a Polícia Civil precisará remeter um inquérito ou termo circunstanciando ao foro responsável em até 30 dias. Somente assim, o Ministério Público poderá avaliar a situação. Segundo a assessoria do órgão gaúcho, por enquanto, o MP não participa porque a vítima não representou a agressão criminalmente.

O caso veio a público nesta quarta-feira (10) e rapidamente ganhou destaque nas redes sociais, sendo um dos assuntos mais comentados. A jovem de 19 anos afirma ter sido agredida por três homens por estar com um objeto com o símbolo LGBT e com o termo #EleNão. Além das agressões verbais, ela afirma ter recebido socos e também teve riscado, com canivete, um símbolo semelhante a uma suástica em sua barriga.

O caso teria ocorrido na Rua Baronesa do Gravataí, no bairro Cidade Baixa, na noite da última segunda-feira logo após a jovem ter descido de um ônibus. 

Em entrevista ao jornal Correio do Povo, o delegado Paulo César Jardim, titular da 1ª DP da Capital, afirmou que está suspensa a investigação do caso. Segundo ele, a vítima se negou a representar criminalmente e, com isso, não existe crime e não há como prosseguir a investigação. Antes da decisão da vítima, ele havia dito que iria fazer uma investigação para saber como tudo ocorreu. "Observando a foto, a primeira coisa que chamou a atenção é que o símbolo estava invertido."


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