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Cultura

Exposição aborda processos de criação por meio de gravuras

Evento com entrada gratuita acontece na Casa CDL, em Novo Hamburgo, de quinta-feira até o dia 16 de julho
05/06/2019 16:47

Foto por: Susi Mello/GES-Especial
Descrição da foto: Em pé: da esquerda pra direita: Alexandra, Ana, Amanda, Fabiane e Luciane. Sentadas, da esquerda a direita: Vera e Lurdi
De quinta-feira (6) até 16 de julho, seis artistas estarão com suas obras na Casa CDL, em Novo Hamburgo. "Granulações de Paisagem", que dá nome a primeira exposição das artistas do coletivo de gravura reAção´, abre oficialmente nesta amanhã, às 18h30. A visitação pode ser feita todas as quintas-feiras, a partir das 18h30 ou nos demais dias com agendamento prévio pelo telefone 3582.3535. Além disso, todas segundas e quintas-feiras, das 14 às 17 horas, terá mediação com as artistas na Casa CDL, localizada na Rua Domingos de Almeida, 718, Centro. A entrada é gratuita.

A exposição, com curadoria de Ana Jussara Hauschild e Lurdi Blauth, conta com obras de Alexandra Eckert, Amanda Becker, Fabiane Machado, Maria Luciana Firpo, Vera Amaral e também da curadora Lurdi. Todas fazem parte do coletivo de gravura, que são resultados obtidos por investigações realizadas no ateliê de gravura do curso de Artes Visuais da Universidade Feevale, por meio do projeto de pesquisa "Arte e Tecnologia: interfaces híbridas da imagem entre mediações e remediações", que investiga processos híbridos da imagem através de procedimentos analógicos e digitais em produções estéticas na atualidade, liderada pela professora Lurdi Blauth. "Cada uma das artistas pesquisou matrizes diferentes, menos tóxicos, tendo a preocupação com o meio ambiente", sublinha a professora.

A curadora Ana Hauschild reforça que na exposição há a oportunidade de visitar uma abordagem atual que envolve diferentes processos de criação através dos meios da gravura. "São pesquisas singulares de procedimentos menos tóxicos que mobilizam a temática da paisagem em suas granulações e texturas, propiciando um diálogo entre olhares, interesses e tratamentos diversos", destaca.


Diversidade de imagens

Cicatrizes do tempo, raízes culturais, casas abandonadas, inços e paisagem comparecem nas séries desenvolvidas por cada artista. As gravuras revelam a visão de mundos subjetivos em relação ao tema e equânimes nas imagens mostradas.

Alexandra Eckert (mokulito e serigrafia) - As imagens de casarios do bairro Hamburgo Velho levam o nome de "Em Tempo". A proposta é instigar uma reflexão sobre as casas abandonadas. Na série, foram preparadas 12 quadros que mostram a importância da preservação.

Amanda Becker (litografia com refrigerante cola) - A artista visual expõe seis quadrados com imagens de "Inços", fotografados de paisagens urbanas. Esses mesmos trabalhos serão expostos na 4ª Global Print 2019,  de 1º de agosto a 30 setembro, e 10ª Bienal Internacional de Gravura do Douro 2020, de 20 de agosto a 31 de outubro de 2020, em Portugal. 

Fabiane Machado (litografia offset) - "Mais ao Sul" dá nome aos três quadros que estampam imagens de paisagens. Cada quadro tem duas imagens. Em todos, porém, o fundo é o pôr do sol. Seus trabalhos também serão expostos na 4ª Global Print 2019, de 1 de agosto a 30 setembro, e 10ª Bienal Internacional de Gravura do Douro 2020, de 20 de agosto a 31 de outubro de 2020, em Portugal.

Lurdi Blauth (litografia poliéster) As seis obras são da série "Aguaceiros", imagens de uma chuva torrencial na praia, captadas pelo para-brisa do carro. Seu trabalho também será exposto em Bienal, neste mês, no Canadá, e na 4ª Global Print 2019, de 1º de agosto a 30 setembro, e 10ª Bienal Internacional de Gravura do Douro 2020, de 20 de agosto a 31 de outubro de 2020, em Portugal. Lurdi também expõe em 16 de junho em Quebec, no Canadá, na 11ª Bienale Internacionale d´estampa contemporaine de Trois-Rivières. Do Brasil, dois artistas foram selecionados para a exposição, e ela é a única gaúcha. O outro é de São Paulo.

Maria Luciana Firpo (litografia poliéster sobre cerâmica) - "O Manto" é uma obra onde peças de cerâmicas se entrelaçam e são costuradas com transferências de imagens e "Huacos XXI" são várias peças de cerâmica com transferência de imagem a partir de litografia alternativa.

Vera Amaral (colagrafia) - "Mirada 1" e "Mirada 2" dão nome aos quadrados da artista plástica, que também tem um envolvimento especial com dança de performance. Ela conta que há anos tem o hábito de formar figuras na parede do banheiro com cabelos que caem durante o banho. Ela fotografa esses desenhos e reproduz-os em uma matriz, desenhando com um barbante, utilizando cola e papel de descarte da indústria. "A ideia é questionar: é a obra que te olha ou tu que olha a obra?", indaga. Seus trabalhos estarão na 4ª Global Print 2019, de 1º de agosto a 30 setembro, e 10ª Bienal Internacional de Gravura do Douro 2020, de 20 de agosto a 31 de outubro de 2020, em Portugal. 

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