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Esportes Na Suíça

Ginasticanos defendem o Brasil no Mundial de punhobol

Mateus Kuntzler, Gabriel Drumm, Gabriel Heck e Matheus Lammel vestem a camisa da seleção brasileira

Por André Heck
Última atualização: 09.08.2019 às 21:41

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Mateus Kuntzler, Gabriel Drumm, Matheus Lammel e Gabriel Heck são os ginasticanos na seleção brasileira
A força do punhobol hamburguense não é novidade para quem acompanha os resultados da equipe da Sociedade Ginástica Novo Hamburgo (SGNH), que é dona de sete títulos do Mundial de Clubes. E a Ginástica estará representada no Mundial de Seleções que começa a ser disputado no domingo (11), na cidade de Winterthur, na Suíça. Quatro atletas ginasticanos integram a seleção brasileira na busca pelo seu terceiro título mundial - o Brasil foi campeão em 1999 e 2003.

Mateus Kuntzler, 23 anos, Gabriel Drumm, 20, Gabriel Heck, 19, Matheus Lammel, 30, todos campeões mundiais de clubes com a Ginástica, estão na seleção do técnico Gerson Süffert, que comanda ainda o time da Sogipa, de Porto Alegre. Além dos quatro ginasticanos, completam a seleção outros quatro atletas da Sogipa, um do Duque de Caxias , de Curitiba, e um do clube Mercês, também da capital paranaense. "Vencemos amistosos contra Áustria, Chile e Suíça. Então a expectativa cresceu sobre nossa seleção”, disse Kuntzler.

Quatro vezes campeão mundial de clubes com a Ginástica, Matheus Lammel é o mais experiente e o capitão da seleção brasileira - Kuntzler tem dois mundiais com a Ginástica, enquanto Drumm e Heck têm um cada. Lammel vai para seu terceiro mundial com o Brasil, enquanto os demais ginasticanos estreiam em mundiais de seleções. "Nos últimos anos o Brasil vem caindo na semi, então queremos chegar até a decisão”, projetou Lammel.

A competição conta com 18 equipes na disputa, sendo que Alemanha, Suíça e Áustria são os principais candidatos ao título. O Brasil faz sua estreia às 8 horas (de Brasília) de domingo, contra os Estados Unidos. Pela primeira fase, ainda encara o Chile, na segunda-feira (12), e a Suíça, na terça (13). "Queremos voltar a disputar a final. Mesmo sendo uma das equipes mais jovens, temos potencial para isso”, apontou Drumm. A união do grupo também pode fazer a diferença. "A união é um diferencial da nossa seleção. Somos muito unidos e isso ajuda dentro e fora de campo”, comentou Heck. É possível acompanhar os jogos pelo www.fistballmwc.com.

 


 

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