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Estados Unidos

Trump retoma tom eleitoral e reitera ameaça de fechar fronteira com o México

Trump também acusou os países da América Central de inação
28/03/2019 15:19

Donald Trump reiterou nesta quinta-feira (28) sua ameaça de fechar a fronteira com o México em um dia em que ele planeja retornar à campanha com vistas à eleição de 2020, depois que as autoridades dos EUA relataram um recorde em prisões de imigração.

"O México não está fazendo nada para ajudar a impedir o fluxo de imigrantes ilegais para o nosso país. Eles são só conversas e nenhuma ação", disse Trump. "Eu posso fechar a fronteira sul!", alertou.

Foto por: MANDEL NGAN AFP
Descrição da foto: Donald Trump
Trump também acusou os países da América Central, de onde muitos dos migrantes vêm, de inação.

"Do mesmo modo, Honduras, Guatemala e El Salvador pegaram nosso dinheiro durante anos e não fazem nada, os democratas não se importam com essas leis RUINS", escreveu.

O presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador respondeu a Trump dizendo que seu país "está abordando a questão" e insistiu que "as causas que provocam a migração devem ser abordadas fundamentalmente".

López Obrador disse que seu governo "ajudará" o máximo possível. "Não queremos de forma alguma confrontar-nos com o governo dos Estados Unidos", disse ele.

Trump já fez ameaças semelhantes no passado. Em dezembro, nos primeiros dias do fechamento do governo federal mais longo dos Estados Unidos, ele prometeu fechar a fronteira "completamente" se o Congresso não aprovasse fundos por 5,7 bilhões de dólares para construir um muro.

Depois de uma paralisia orçamentária que durou mais de um mês e se transformou em uma crise política por causa da recusa do Congresso a ceder, Trump reabriu o governo, mas logo após declarou uma emergência nacional para driblar a legislação.

Sua decisão provocou críticas tanto de seus rivais democratas quanto de seus colegas republicanos.

Depois que sua declaração de emergência foi censurada no Congresso pela Câmara, controlada pelos democratas, e pelo Senado - onde os republicanos são a maioria e 12 senadores votaram alinhados com a oposição -, Trump foi forçado a usar pela primeira vez o veto presidencial para avançar com sua iniciativa do muro.

Seus críticos o acusam de abuso de autoridade e de exagerar o problema da fronteira, além de criar um precedente perigoso.

O presidente dos Estados Unidos quer destravar o dinheiro para cumprir uma de suas principais promessas de campanha de construir um muro de fronteira, um tema que alimenta cada um de seus atos eleitorais.

Nesta quinta-feira Trump retorna às arenas com um comício em Michigan usando seu mantra eleitoral MAGA (sigla em inglês para Make America Great Again).

Michigan é um dos redutos-chave para chegar a presidência dos EUA e foi um dos estados que lhe permitiram vencer Hillary Clinton em 2016.


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