Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Tensão internacional

Trump diz que cancelou ataque contra o Irã após destruição de drone no Oriente Médio

Pelo Twitter, Trump disse que cancelou ataques 10 minutos antes do horário previsto, depois de ser informado que deixariam cerca de 150 mortos
21/06/2019 15:12 21/06/2019 15:40

Foto por: AFP
Descrição da foto: Conflito no Oriente Médio: Trump disse que reação seria desproporcional à derrubada de drone norte-americano
O presidente Donald Trump disse nesta sexta-feira (21) que não estava com pressa de dar uma resposta militar ao Irã, explicando que cancelou no último minuto os ataques planejados para quinta-feira (20) e que teriam deixado várias vítimas.

Em uma série de tuítes, Trump disse que cancelou os ataques, planejados contra três locais, 10 minutos antes do horário previsto, depois de ser informado que deixariam cerca de "150 mortos", e depois de considerar que constituiria uma resposta "desproporcional" ao ataque contra um drone americano por parte de Teerã.



O Irã, por sua vez, alertou que defenderá seu território contra qualquer ataque dos Estados Unidos. Nesta sexta-feira, o Irã exibiu imagens apresentadas como as dos "destroços" do drone derrubado na quinta e afirmou que emitiu dois alertas antes de disparar contra o aparelho que, segundo explicou, violou o espaço aéreo iraniano. Os Estados Unidos asseguram que o drone foi abatido no espaço aéreo internacional.

Este novo episódio é percebido como uma consequência da política de "pressão máxima" conduzida pelo governo de Donald Trump, que quer pressionar o Irã a reduzir ainda mais suas ambições nucleares e limitar sua influência regional.

O vice-ministro iraniano das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, enviou uma mensagem "urgente" a Washington via Suíça, dizendo que seu país "não está buscando a guerra", mas que "defenderá resolutamente seu território contra qualquer agressão". A embaixada da Suíça em Teerã representa os interesses americanos na ausência de relações diplomáticas entre os dois países desde 1980.

Logo após a queda do drone, Trump teria aprovado ataques de retaliação contra "um punhado de alvos iranianos, como radares e baterias de mísseis", segundo o jornal New York Times, que citou uma autoridade do governo.

"A primeira fase da operação tinha começado quando foi cancelada", acrescentou o jornal. "Os aviões estavam no ar e os navios em posição, mas ainda não tinham disparado mísseis quando a ordem de parar chegou". A Casa Branca se recusou a comentar.

Em clima de tensão, companhias aéreas suspendem voos

Devido a tensão internacional, algumas das companhias aéreas mais importantes do mundo suspenderam seus voos sobre o Estreito de Ormuz. Washington foi a primeira a proibir voos comerciais de seu país a entrarem no espaço aéreo controlado por Teerã no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã "até novo aviso", após o incidente com seu drone.

Essas restrições se devem ao aumento das "atividades militares e às crescentes tensões políticas na região, que apresentam risco para as operações de aviação civil americana e possibilidades de erros de cálculo, ou de identificação", afirmou a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês).

A decisão da FAA se aplica apenas a empresas registradas nos Estados Unidos. Como resultado, a United Airlines informou que suspenderia seu voo Newark-Mumbai.

As companhias aéreas europeias e asiáticas adotaram medidas semelhantes, incluindo a britânica British Airways, a holandesa KLM e a alemã Lufthansa.

"O incidente com o drone é uma razão para não voar sobre o Estreito de Ormuz neste momento. É uma medida de precaução", disse a KLM em um comunicado, no qual afirma que a segurança é a "prioridade absoluta" da empresa.

A alemã Lufthansa anunciou que decidiu "evitar o Estreito de Ormuz no Golfo Pérsico".

Jornal NH
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3553.2020 / 51 992026770
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS