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Atividade comercial

Última atualização: 18.07.2019 às 17:26

A observação de cetáceos, como atividade comercial, teve início em 1955 na América do Norte, ao longo da costa sul da Califórnia. Hoje, este turismo é realizado em mais de 100 países, principalmente na Antártida onde os passeios partem em busca da grande baleia azul. A observação de baleias gera, por ano, 2,1 trilhões de dólares. Além disso, aproximadamente 13 milhões de pessoas contratam expedições para a observação desses animais, anualmente.

Esse tipo de turismo, no Uruguai, pode ser feito desde terra firme ou em embarcações de empresas especializadas no setor. Para isso, existem regras internacionais para esse tipo de atividade, que movimenta a economia uruguaia, principalmente nas regiões de Rocha e Piriápolis. No decreto 261/02, está regulamentada a observação de cetáceos no país e estabelece que estão proibidas as atividades que perturbem as baleias, não sendo permitido chegar a menos de 300 metros dos animais, salvo em casos que houver autorização.

Em 2013, foi promulgada a lei nº 19.128, declarando que o Uruguai é um santuário de baleias e golfinhos. As normativas garantem benefícios aos animais e, também, ao turismo ecológico no país, com o objetivo principal de cuidar do recurso, garantindo a segurança dos passageiros e a qualidade dos serviços oferecidos. O Uruguai é favorável à conservação das baleias e golfinhos respaldados na Lei de Proteção Ao Ambiente (Lei 17.283). O país é membro da Comissão Baleeira Internacional (CBI), em que, a cada ano, membros do governo votam contra a caça.

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