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Acordos

Irã critica 'promessas quebradas' dos europeus sobre acordo nuclear

O acordo de Viena de 2015 prevê uma suspensão parcial das sanções internacionais que isolavam o Irã há anos, em troca de uma limitação drástica de seu programa nuclear.
08/09/2019 15:41

O chefe da Organização iraniana de Energia Atômica, Ali Akbar Salehi, considerou, neste domingo (8), que seu país não tem escolha a não ser reduzir seus compromissos no âmbito do acordo sobre seu programa nuclear, devido às "promessas quebradas" dos europeus.

"A União Europeia deveria supostamente substituir os Estados Unidos, mas, infelizmente, não cumpriu suas promessas", afirmou Salehi à imprensa.

"Temos escutado o porta-voz da UE dizer que (os países europeus) manteriam seus compromissos (adotados em Viena), enquanto o Irã faria o mesmo. Seus compromissos consistem em não cumprir suas promessas? Infelizmente, foi isso que os europeus fizeram até agora", completou.

O acordo nuclear com o Irã deveria ser uma "via de mão dupla", recordou Salehi. "Mas, caso se torne uma via de mão única, a República islâmica do Irã adotará, sem dúvida, boas decisões no momento mais oportuno, como já fez em três etapas" de redução dos compromissos nucleares.

Após seu encontro com Salehi, o diretor interino da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Cornel Feruta, reuniu-se com o ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohamad Javad Zarif.

Ontem, a agência das Nações Unidas assegurou que seus inspetores presentes no território iraniano vão informar o órgão, nas próximas semanas, sobre a situação criada com base na decisão adotada pelo Teerã de lançar novas centrífugas.

O Irã afirmou que continuará autorizando o acesso aos inspetores da AIEA encarregados de controlar seu programa nuclear.

A França, que tenta distrair as relações entre Teerã e Washington, pediu ao Irã na quinta-feira "que se abstenha de qualquer ação concreta que afete seus compromissos".

As "formas de diálogo ainda estão abertas" com o Teerã, disse o ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, neste domingo, embora considere que "é necessário que o Irã desista de tais ações".

O acordo de Viena de 2015 prevê uma suspensão parcial das sanções internacionais que isolavam o Irã há anos, em troca de uma limitação drástica de seu programa nuclear. O objetivo é impedir que os iranianos desenvolvam armas atômicas.

Jornal NH
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