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Marcos Schmidt

Jeito certo

08/01/2019 09:00

Marcos Schmidt "Fazer a coisa certa pelos motivos certos e do jeito certo será o nosso lema", prometeu Sergio Moro no discurso de posse. É tudo o que a gente precisa quando a cultura do jeitinho sempre foi o caminho fácil, mas com resultados complicados. Se o novo governo fizer adequadamente aquilo que lhe compete, se as motivações e as fórmulas forem corretas, o Brasil será um lugar melhor para se viver. Claro, isto depende de cada cidadão e não só lá de Brasília.

E quando o assunto é o "certo", está evidente que a grande desgraça brasileira é o jeito tortuoso nos negócios. O que hoje urge por "reformas" - previdência, educação, saúde, segurança e a própria política, este Brasil quebrado é devido à improbidade, às fraudes, à ganância. Um mal enraizado na cultura do "me dar bem", do "porque ser correto se todos são desonestos", do "ninguém vai descobrir". Os fatos, no entanto, confirmam que o resultado de uma vida errada sempre carrega um fim trágico. Exemplos não faltam.

Mas, tentar fazer a coisa certa é impossível para nós, humanos. A Bíblia responde que "não há uma só pessoa que faça o que é certo" (Romanos 3.10). O raciocínio moral e religioso, no entanto, afirma que é preciso ser correto para agradar a Deus e merecer suas bênçãos nesta vida e na eternidade. Não fazer mal ao próximo, não roubar, não fazer isto e aquilo - regras comuns em todas as religiões e sociedades. Mas, a Bíblia é taxativa: as nossas "coisas certas" perante Deus são trapos de imundícia (Isaías 64.6).

Seria o nosso fim. Ainda bem que a justiça divina resolveu a questão através da única pessoa certa, o Deus feito homem, lembrado (ou esquecido) no Natal. O irracional nesta história é que através da fé nesta ação de Deus, o ser humano se torna certo, justo, correto. E por tabela, ele faz a coisa certa porque tem os motivos certos e o jeito certo.


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