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Pâmela Vieira

A cor do circo

09/01/2019 12:00

Pâmela Vieira é mestre em Diversidade e Inclusão Social No circo chamado Brasil, o ingresso é o voto. O espetáculo começou com palhaços malabares vestidos de laranja, atrapalhados sem saber ao certo o que fazer. Seguido de uma mágica ilusionista, faz sua apresentação sobre coelhos cor-de-rosa, enquanto escondem a verdade do povo nas contas de crédito azul. 
O show está só no início. O povo que pagou o ingresso aplaude e quer mais, mais palhaços, mais malabares, mais ilusionistas, mais cores, mais espetáculo no circo chamado Brasil. 

Aqui no circo onde o nome significa vermelho, odeia-se a cor, mas ama-se impor.
Logo teremos o show das motos, dos macacos marrons, dos elefantes brancos, mas cuidando! Estão preparando os leões. Quando soltarem as feras na plateia cheia de espertalhões, sairão todos correndo aos empurrões. 
Quando chegar a hora do engolidor de chamas, as labaredas farão o circo pegar fogo. O vermelho do Brasil, ardendo em chama varonil, vai lembrar a todos que o ingresso custou mais caro do que petróleo em barril, mais do que se podia pagar através do banco mercantil.

Os sobreviventes, com seus roxos, inconscientes de que o espetáculo só existe graças à plateia sorridente, praguejarão as labaredas e vestidos de verde e amarelo dirão a verossímil que tudo aconteceu porque o nome do circo era Brasil.


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