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Osvino Toillier

Para onde vamos?

12/01/2019 08:00

Osvino Toillier é mestre em Educação e vice-presidente do Sinepe/RS Estamos iniciando o novo ano, sentindo um calafrio, diante das circunstâncias que estão desabrochando em 2019, não só no aspecto político após a posse do novo governo, mas diante do quadro geral da vida da humanidade.

Vamos lançar um olhar para nossas vidas e concluir que as emoções são muito diferentes, porque vivemos o tempo das incertezas, e as transformações mundiais são vertiginosas. Quem nos ajuda a mapear nosso tempo é a pensadora alemã Hannah Arendt, cuja perspicácia desenha com perfeição o quadro do século atual.

A brilhante pensadora escreveu no prefácio de seu livro "Origens do Totalitarismo", publicado em 1950, uma frase sob medida para nosso tempo: "Nunca antes nosso futuro foi mais imprevisível." E continua com brilhantismo: "Nunca dependemos tanto das formas políticas que podem a qualquer instante fugir às regras do bom-senso e do interesse próprio - forças que pareceriam insanas, se não fossem medidas pelos padrões dos séculos anteriores."

Estamos sem rumo, mas precisamos decolar. Nosso voo é longo, só temos os instrumentos da aeronave para orientar a rota. Precisamos atravessar o mar, temos autonomia relativa e necessitamos do apoio de bases na travessia. Não temos como esperar mais, estamos na cabeceira da pista, e recebemos autorização para a decolagem.

Ian Brenner, professor da Universidade de Nova Iorque, em brilhante análise sobre nosso tempo, escreveu: "O centro político está desaparecendo. Essa é a grande mudança em relação à geração anterior, e tem a ver tanto com emoção quanto com a ideologia."

Espero que consigamos drenar a energia liberada pelas mitologias e inspirar um país melhor, dentro da perspectiva democrática, economicamente forte, socialmente justo e culturalmente elevado, como diz o editorial da Revista Veja na última edição do ano passado.


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