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Marcos Schmidt

Mordomia ou "na mordomia"?

05/02/2019 09:00

Marcos Schmidt  A posse dos 81 senadores e 513 deputados federais é também a posse de R$ 11 bilhões por ano. É a democracia mais cara do mundo. O que fazer para que o parlamentar não seja o rei, mas o súdito do povo? Com que moral, por exemplo, farão a reforma da combalida previdência, eles que se aposentam recebendo dez vezes mais que a média do trabalhador brasileiro? Antes de qualquer reforma neste Brasil devastado pela lama da corrupção, é urgente o fim das regalias dos nossos parlamentares.

O mal das "mordomias" na política brasileira começa nas Câmaras municipais e segue nos Legislativos estaduais. Anualmente, são R$ 10 bilhões para os 56.810 mil vereadores e R$ 2 bilhões para os 1.059 deputados estaduais. Não sei se a conta está certa, não há transparência nos gastos da nossa política. Se é menos ou mais, tanto faz, a escandalosa fatura cai no nosso bolso. Impostos e mais impostos, como agora, os 60% da energia elétrica que foi às alturas nestes dias tórridos. Ninguém aguenta mais pagar a gastança e o descompromisso dos excelentíssimos políticos.

Do latim, mordomia traduz o serviço na casa e não a exploração da casa. Ou seja, precisamos de servidores públicos que cumpram o significado da palavra. É um absurdo, mas grande parte deles está sentada à mesa enquanto os donos da casa lhe servem. Sãos os Maduros que precisam cair do pé. Se nos livraram do Renan, que nos libertem também das contas que pagamos para manter as suas extravagâncias (vale a pena ouvir o discurso do candidato Reguffe na bagunça que foi a eleição da presidência do Senado).

Vale lembrar que na Bíblia a palavra grega é oikonomia (economia), tanto que Jesus compara o cristão com um oikonomo fiel e inteligente (Mt 24.45) que usa a vida e dons para o bem dos outros, enquanto Paulo lembra fidelidade ao Senhor (1 Co 4.2).


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