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Suzana Kunz

Este corpo te pertence

13/03/2019 10:00 13/03/2019 16:21

Suzana Kunz é public. espec. em Mark. e Psicologia suzana@imagempropaganda.com.br Você alguma vez já teve vontade de parar, sair de cena e simplesmente silenciar? Pois foi o que fiz na contramão deste carnaval. Logo ao chegar no local do retiro de silêncio, um dos voluntários presentes me perguntou se já havia participado de um evento desta natureza, ao que respondi que se tratava de minha primeira vez. Ele me olhou com meio sorriso e exclamou: Corajosa!

Pois foram quatro dias corajosos de silêncio parcial. É claro que o silêncio externo não existe neste plano que a gente vive, pelo menos não naquela região paulista onde abundam pássaros e insetos falantes, além da insistente e sonora chuva que embalava noite e dia aos cântaros.

Ficou evidente que é bem mais difícil silenciar internamente do que no convívio com os outros. Incrível como andamos feito quase zumbis, ausentes do corpo. Cheguei a pensar que meu corpo deve sentir saudades de mim mesma. Percebi que é comum estar envolvida com recordações passadas ou planejando ações futuras, apenas de corpo presente, porque o pensamento é extremamente tagarela. Tão tagarela que chega a se distrair, fazendo perder a magia do momento presente.

Muito bom lembrar que todas as técnicas, das mais antigas à moderna mindfulness, sugerem a meditação como forma de permanecer presente em atenção plena. Talvez a meditação mais utilizada como treino, para permanecer no eterno agora, seja ficar alguns minutos por dia sentado, imóvel, com a coluna ereta, apenas prestando atenção na respiração, procurando expirar mais tempo do que inspirar. A cabeça vai ficando leve e vazia. Não é a toa que, quando alguém faz uma besteira, costuma dizer que estava de cabeça cheia. Então pra fazer o bem pra si mesmo é bom esvaziar a cabeça. Não tem como receber nenhuma inspiração pra vida sem antes expirar. O que foi, foi. O que será, será. A hora é agora e é este o lugar!


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