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Mauro Blankenheim

O que mudou em 10 anos

21/06/2019 19:47 21/06/2019 19:50

Mauro Blankenheim é publicitário
mauroblankenheim.com.br

Há exatos 120 meses, publicava a minha primeira coluna no NH. Era uma terça-feira, se bem me lembro. Uma atitude pra lá de ousada e até mesmo arriscada que foi comprada por alguns executivos e diretores do Grupo Sinos. O tema era a inesperada e prematura perda do superstar Michael Jackson. De talentos indubitáveis, Michael fazia uma carreira que pode ser comparada a de outros astros que insistem em habitar a mídia por razões que não a de seus dons naturais. Aos 50 anos, Michael deixaria de cumprir um audacioso projeto de shows em Londres, cuja pré-lotação alcançava a espantosa quantidade de 50 edições. Seria a sua despedida dos palcos. Ficou o filme produzido a partir dos ensaios. Como quase tudo que Michael fazia, o sucesso veio. Na primeira década do novo milênio, o DVD voou das prateleiras das locadoras e das lojas. O streaming ainda não havia dado as caras.

As redes sociais se afirmaram definitivamente. Esse ambiente se transformou em um ringue público onde todo mundo entra para linchar. Para dar opiniões que não permitem a réplica, muito menos a tréplica. As luvas de box estão mais próximas do que o diálogo.

"Publicitário não pode ter opinião", diziam. "A não ser que seja para as coisas dos clientes." Qualquer opinião sobre os temas cruciais da humanidade, sexo, futebol, religião e política, seria duramente punida. Emitir posição a respeito de questões, as mais diversas, não seria perdoado. Mas, ora bolas, se de onde menos se espera, daí mesmo é que não sai nada, por que não tentar?

Nesses 10 anos, o PT saiu das três esferas principais dos Executivos que nos afetam. Uma das mudanças mais marcantes deste decênio. Depois de 6 meses de nova orientação política, ainda não pudemos perceber quaisquer melhoras concretas na gestão do País. Só perfumaria. Será preciso acertar dez vezes seguidas nas próximas eleições para que sorvamos essa fonte. Uma pátria mais justa, firme e equilibrada para toda la gente. A tal reforma da previdência ainda parece um sonho distante e impalpável.

O Grêmio se destacou de forma bem mais acentuada no cenário da bola do que o seu arquirrival. Como quase tudo na vida – e o futebol é como a vida – os processos são cíclicos, como a moda. Da minha parte, sigo na Fé.

Os armários se abriram para milhões, que no mínimo, tinham receio de se mostrar homoafetivos. Um novo mercado se criou.

O Brasil ainda não mudou, digo ainda, porque persigo essa mudança desde garotinho. Persevero. Creio que a Pátria amada pode acontecer. Somos todos culpados e responsáveis. 2009, 2019. "Não se preocupe, senhor Mauro, a gente vai estar te enviando um novo Brasil em menos de 3, 2,1 mandatos."

Jornal NH
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