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Augenio Amorim

Individualismo e solidariedade

06/07/2019 15:43

Eugenio Amorim

Eugenio Amorim é promotor de Justiça

epa1966@hotmail.com  

 

Hoje quero compartilhar com os leitores algo que tem sido objeto das minhas mais profundas reflexões. Desde sempre e atualmente muito mais. O núcleo das relações humanas na coexistência do ‘eu’ e do ‘ele’. Se pararmos para observar o dia a dia da humanidade, mais em especial do nosso País, vamos verificar que a origem da maioria dos problemas e dificuldades de todos encontra-se no individualismo exacerbado. Se alguém troca de pista no trânsito, se deixa o carrinho do supermercado na vaga do estacionamento, se fuma onde é proibido ou inconveniente fumar, se faz barulho onde deve haver silêncio, ou se tem outras tantas posturas similares, é exatamente porque não consegue enxergar ou perceber a existência dos outros no mundo.

Sim, o sujeito comete toda a sorte de grosserias ou infrações morais ou legais pela singela razão de que pensa apenas nele próprio, como se a rua, a cidade ou o planeta fossem apenas seus e apenas ele existisse. É a completa negação do semelhante! E não se diga que os exemplos que se têm são pequenos ou que são coisas que devemos tolerar, porque é o conjunto dessas posturas pequenas – e também daquelas maiores justificadas pela mesma lógica egoísta – que nos faz ter tantas dores de cabeça na convivência humana.

Em sentido exatamente oposto, ainda há poucas pessoas que não conseguem viver ou serem felizes sem estarem sempre atentas ao outro. Sim, aqueles poucos que ainda dão a passagem no trânsito engarrafado, que carregam o carrinho até as mãos do funcionário do mercado ou que fazem qualquer tipo semelhante de ação representativa de gentileza e de respeito. Você conversa com o pedinte do sinal? Consegue brincar com alguém desconhecido na rua? Sabe dar bom-dia, pedir licença? Ou arrisca um ‘Deus lhe abençoe’? Se sim, muito bem. Está mantendo o mundo ainda a salvo da praga do individualismo.

Neste frio de renguear cusco que estamos passando nos últimos dias, por exemplo, não é nada demais preocupar-se com quem passa frio e tomar alguma ação concreta para ajudar. Hoje decidi dar roupas de pouco uso para quem não tem quase nada. Faça o mesmo!

Por fim, não acumule coisas ou dinheiro além da conta! Não esqueça que na última viagem você não poderá levar malas, bolsas ou carteiras! Acumule apenas o que poderá levar consigo: valores como afeto, respeito e solidariedade. Um bom inverno a todos.

Jornal NH
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