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Opinião

Aurélio Decker: Deplorável, ainda sem o nome dele

23/08/2019 03:00 23/08/2019 10:26

Aurélio Decker é jornalista aureliodecker@sinos.net

O delegado Tarcísio Kaltbach, que comanda a 1.ª DP de Novo Hamburgo, é um profissional tão competente quanto cauteloso. Na terça à noite, em jantar pelos 60 anos do Rotary Novo Hamburgo Oeste, pedi desculpas ao delegado para tratar, ali mesmo, de um fato jornalístico que precisa ser divulgado, mas o policial disse, claramente, que não poderia divulgar, ainda, o nome do vereador hamburguense investigado. A Câmara já discute na Comissão de Ética sobre atitude de um outro vereador - Fernando Lourenço - por eventual falta de decoro, por ter rompido o lacre de um jet-ski, sendo por isto condenado pela Justiça.

O caso que exige árduo trabalho do delegado Tarcísio trata de grave denúncia de uma jovem de 17 anos sobre atitude de um vereador, que a teria assediado de forma contundente. O caso acabou sendo registrado na 1.ª DP, e ontem foi encaminhado à Delegacia da Mulher, e as investigações estão bastante adiantadas, mas o delegado não revela o nome do vereador porque precisa, ainda, algumas informações adicionais e laudo do Instituto Geral de Perícias.

Já existem registro de notas notariais sobre mensagens do vereador para a menor. Nos próximos dias a polícia vai divulgar detalhes sobre este lamentável episódio. O delegado Tarcísio, todavia, confirma que houve a denúncia, os depoimentos da jovem e de sua mãe e muitas outras informações já adicionadas ao inquérito, em fase de conclusão.

Há dias, o colunista João Ávila fez um tópico mencionando que o delegado comentou sobre a existência de uma "bomba". Se confirmadas as denúncias e a Câmara não usar, de novo, a "operação tartaruga" para acionar a Comissão de Ética, talvez um vereador perca o cargo (por causa do alto poder ofensivo que teria sido a sua atitude) antes mesmo do vereador Fernandinho, se é que este último será condenado a perder o cargo.

Jornal NH
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