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Economia

Dólar amplia alta acima de R$ 4 após dados dos Estados Unidos e alta de desemprego no País

Indícios de lavagem de dinheiro contra o senador Flávio Bolsonaro também influenciam a cotação da moeda norte-americana
16/05/2019 10:44 16/05/2019 11:25

O dólar à vista bateu nova máxima aos R$ 4,0147 (+0,45%), na esteira da máxima do dólar futuro junho aos R$ 4,0210 (+0,31%). Os ajustes acompanham o fortalecimento da moeda norte-americana ante divisas principais e algumas emergentes ligadas a commodities na manhã desta quinta-feira, 16, após a divulgação de indicadores da economia americana melhores que o esperado, como pedidos de auxílio-desemprego, construções de moradias iniciadas e índice de atividade regional do Federal Reserve (Fed) de Filadélfia.

Internamente, um operador de câmbio destacou reação negativa nas mesas de operação aos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad contínua), principalmente ao aumento da taxa de desemprego em 14 das 27 unidades da Federação no 1º trimestre ante 4º trimestre de 2018 e a demora de 2 anos ou mais para o desempregado conseguir um trabalho.

Em meio à agenda fraca, o investidor também segue atento a declarações de parlamentares para medir o grau de desgaste do governo junto ao Congresso e como isso pode afetar a aprovação da reforma da Previdência, além de acompanhar o desenrolar de denúncias contra Flávio Bolsonaro.

Na quarta-feira, 15, foi revelado que o Ministério Público do Rio identificou indícios de lavagem de dinheiro nas transações imobiliárias feitas pelo senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) durante seu mandato como deputado na Assembleia Legislativa fluminense (Alerj).

Segundo a promotoria, o parlamentar lucrou R$ 3,08 milhões com compra e venda de imóveis entre 2010 e 2017, quando adquiriu 19 apartamentos e salas comerciais pelo valor de R$ 9,4 milhões. Para investigadores, os valores podem ter sido "fraudados" pelo senador.

O mercado doméstico também segue na defensiva, após os grandes protestos contra cortes no orçamento da Educação e várias derrotas do governo no Congresso, que exacerbam a perda de capital político do presidente Jair Bolsonaro.

Jornal NH
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