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Em 2022

Bolsonaro admite que pode disputar reeleição durante Marcha para Jesus

Essa foi a primeira vez que um presidente participou do evento evangélico
21/06/2019 07:36 21/06/2019 07:38

Foto por: Isac Nóbrega/PR
Descrição da foto: Jair Bolsonaro defendeu novamente Sergio Moro
O presidente Jair Bolsonaro admitiu nesta quinta-feira (20) a possibilidade de disputar um novo mandato em 2022, contrariando seu discurso de campanha, quando defendeu o fim da reeleição. "Se não tiver uma boa reforma política e se o povo quiser, estamos aí para continuar mais quatro anos", disse o presidente após participar da Marcha para Jesus, evento evangélico realizado na zona norte da capital paulista. Foi a primeira vez, desde que foi eleito, que ele falou sobre o tema de forma explícita. As informações são de O Estado de S.Paulo.

No encontro evangélico, na capital paulista, o presidente foi apresentado pela bispa Sonia Hernandes e pelo apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo, organizadores da marcha. Recebido no palco do evento entre vaias tímidas e gritos de "mito" pelo público que acompanhava a maratona de shows de música gospel, Bolsonaro ouviu de líderes evangélicos o desejo para que fique oito anos na Presidência.
Questionado depois por jornalistas, o presidente vinculou uma eventual candidatura à reforma política. "Se tiver uma boa reforma política, eu posso até, nesse caldeirão, jogar fora a possibilidade de reeleição. Posso fazer isso aí. Agora, se não tiver, estamos aí para continuar", declarou.

Bolsonaro foi o primeiro presidente a participar da Marcha para Jesus, que ocorre em São Paulo há 27 anos e reúne milhares de pessoas, de várias denominações. Um aliado próximo disse acreditar que Bolsonaro "se lançou" ontem à reeleição para estreitar laços com esse público e ter, nesse eleitorado, o esteio de sua popularidade. Entre alguns líderes evangélicos, há, ainda, a expectativa de o presidente atrair um vice desse segmento em um eventual novo mandato.

Acompanhado do deputado Marco Feliciano (Podemos-SP), do senador Major Olimpio (PSL-SP) e do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), Bolsonaro fez, em seu discurso, diversas menções a Deus, repetiu que, "embora o Estado seja laico, é cristão" e agradeceu o apoio dos evangélicos ao governo. "Quem achava que sucumbiríamos logo no início perdeu. Porque nós temos a verdade e um povo maravilhoso ao nosso lado, que são vocês", disse. "Vocês foram decisivos para mudar os destinos dessa Pátria maravilhosa chamada Brasil", declarou, acenando à plateia.

No palco, afirmou ainda: "É muito bom estar entre amigos. Melhor ainda quando são amigos com Deus no coração." "Primeiro Deus, depois a família respeitada e tradicional acima de tudo. Eu agradeço a Deus primeiro por estar vivo." Bolsonaro disse também que seu governo pode ser um "ponto de inflexão", diante do fato de que o Brasil "tem problema de ética, moral e econômico".

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