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Criminalidade

Homicídios e latrocínios têm queda, mas tráfico cresce na região em um ano

Alta nas ocorrências de tráfico de drogas ainda preocupa população e autoridades
10/01/2019 09:58

Foto por: Susi Mello/GES-Especial
Descrição da foto: Número de homicídios reduziu na região em 2018, mas ainda segue alto
Números divulgados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), ontem, mostram redução da criminalidade no Estado em 2018, na comparação com o ano anterior. No que diz respeito à região de cobertura do Jornal NH, composta por 44 cidades das regiões dos Vales do Sinos, Paranhana, Caí, Serra e litoral norte, esse movimento se confirma nas principais tipificações de crimes contra a vida e contra o patrimônio. Todavia, o tráfico de drogas, uma das grandes preocupações da região, berço de uma facção criminosa, quase dobrou.

Entre os crimes contra vida, o homicídio doloso e o latrocínio, que é o roubo seguido de morte, os números apresentaram uma queda expressiva. Dos 313 homicídios, com 338 vítimas, em 2017, o ano passado apresentou 187 casos, com 197 vítimas, o que representa uma redução de 41,7% de pessoas assassinadas. Os latrocínios tiveram uma redução de 56,15%, sendo registrados sete no ano passado contra 16 no período anterior.

Os crimes contra o patrimônio seguem com números elevados, sendo o principal problema da região, no entanto, apresentaram queda. O número de furtos foi o que menos diminuiu, apenas 5,9%, mas quando se trata de furto de veículos o índice reduziu 21,8%. Já quanto aos roubos, a queda foi de 25,2% na região, sendo que de veículos caiu em 22,5%.


Na contramão, tráfico de drogas cresce 86%

Se os números nas tipificações de crime citados anteriormente reduziram e são dignos de comemoração por parte de autoridades e da população, o tráfico de drogas nas cidades levantadas pela reportagem subiu 86%. A região retratada apresentou em 2017 o número de  764 registros de tráfico de entorpecentes, subindo para 1.421 no ano passado. 

São Leopoldo e Novo Hamburgo lideram o número de registros, apresentando 258 e 247, respectivamente. Cabe lembrar que o Vale do Sinos é berço de uma facção criminosa, responsável pelo tráfico de entorpecentes não só na região, mas com braços em áreas dos vales do Paranhana, Caí, Serra, Litoral Norte e Região Metropolitana, sendo origem de parte da droga comercializada em outras partes do Estado. 

 

"Ninguém faz nada sozinho", destaca diretor regional

O diretor da 3º Delegacia de Polícia Regional Metropolitana (DPRM) do Vale do Sinos, Rosalino Seara, comemora os números e enfatiza o trabalho conjunto de todos os órgãos de segurança. "Ficamos felizes de conseguir dar o retorno à comunidade. É um trabalho de todas as forças policias e do Judiciário. Ninguém faz nada sozinho", afirma. Ele ressalta também o apoio da sociedade civil, por meio de movimentos pela paz.

Sobre o crescimento no número de casos de tráfico, Seara não vê como negativo, mas sim como resultado do combate à venda ilegal de drogas. "O aumento dos registros de tráfico é positivo. É fruto das prisões e apreensões dos entorpecentes", diz, elogiando a investigação mais qualificada e a qualidade da equipe de delegados e policiais, apesar dos problemas financeiros e estruturais da Polícia Civil.

tabela criminalidade 2018

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