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Comunidade

A buraqueira também atormenta veranistas no litoral norte

Ruas esburacadas são problema eterno a veranistas
10/01/2019 08:43

Foto por: Cristiane Wollmann/Especial
Descrição da foto: RALI NO LITORAL: poças de água escondem buracos na Rua Paraná e formam pequenos lagos
A situação das ruas, que se encontram em grande parte esburacadas, é motivo de reclamação para veranistas e moradores de Tramandaí. Tanto nas vias asfaltadas, quanto nas de calçamento, as crateras se multiplicam e prejudicam quem precisa circular pela cidade. Entre os casos, está o de estradas em praias como as de Tramandaí Sul e Nova Tramandaí. Algumas reclamações da comunidade contemplam a Rua Paraná, Avenida Perimetral e trechos da Avenida Beira-Mar.

No cruzamento das avenidas Perimetral e Beira-Mar, por exemplo, os condutores precisam diminuir muito a velocidade para conseguir passar pelos buracos sem prejudicar seus veículos. Os canteiros centrais da Perimetral, da mesma forma, apresentam dificuldade para quem precisa entrar nas vias secundárias. E, quando chega a essas ruas laterais, o cenário para o motorista não é muito diferente: são grandes os desníveis nas entradas e em suas extensões.


Crateras viram lagoas na Rua Paraná

Conforme a moradora, os dias de chuva e a movimentação da temporada complicam ainda mais as condições de trânsito no local. "Quando chove, é um verdadeiro caos. A água se acumula nos buracos e parece uma lagoa. Quase não conseguimos passar a pé. Temos que caminhar pela outra quadra, porque aqui não tem condições. Além disso, com tanta gente circulando nesses meses de verão, as crateras vão acabar ficando ainda maiores e mais fundas", lamenta.

O que Cristiane também questiona é que em parte da via já foi realizada uma manutenção pela prefeitura, mas que o serviço não foi concluído. "Faz mais ou menos meio ano que eles vieram e arrumaram metade da rua. A outra ficou assim. O combinado era de arrumar tudo, mas agora nos dizem que não tem mais programação para o conserto. A gente fica esperando e não voltam", conclui.

Reclamações não adiantam

Para a auxiliar administrativa aposentada Cristiane Wollmann, 53 anos, um dos piores casos é o da Rua Paraná. "Por volta do número cem, começa a buraqueira. Já reclamamos na prefeitura, na subprefeitura, mas nada de arrumar. Os carros batem o fundo da lataria no chão e caminhar se tornou um pesadelo. Parece que os buracos só aumentam, sem ninguém fazer nada", afirma a veranista, que enfrenta este tipo de problema há quatro anos.

O que diz a prefeitura

A prefeitura de Tramandaí informa que não há uma operação tapa-buracos na cidade, e sim uma ação de recuperação de ruas. De acordo com a administração municipal, o projeto iniciou em agosto de 2018 e realiza o recapeamento das vias com asfalto quente. No último ano, o trabalho teria passado por diversas ruas, como as Avenidas Flores da Cunha, da Igreja e Beira-Rio, que tiveram problemas crônicos resolvidos. Outros bairros beneficiados, conforme o Executivo, são a Zona Nova, São Francisco, Indianópolis, Litoral e Centro.

Especificamente sobre as praias citadas na matéria, a prefeitura relata que a Zona Sul de Tramandaí conta com uma Secretaria de Obras própria, voltada para atender a esta área. Sobre os serviços prestados no local, o Executivo explica que foram contratados para o verão mais 20 profissionais, que cuidam também da capina e de manutenções de praças. Para receber os veranistas, nos meses de outubro e novembro foram priorizadas as vias mais movimentadas e citadas anteriormente, como a Avenida Flores da Cunha, principal ligação com a Zona Sul, além das avenidas da Igreja e Beira-Rio.

Segundo a administração, há uma grande quantidade de ruas na cidade em estado ruim e parte delas não recebia manutenção por um longo período, maior que o de uma década. "A atual gestão está há apenas dois anos no comando da prefeitura. Há muita coisa para fazer", comunica, em nota. A fim de conseguir executar o trabalho, o Executivo sublinha que passou o seu primeiro ano quitando dívidas antigas, como é o caso de déficit que ultrapassava os R$ 54 milhões com a CEEE. Neste sentido, a administração acrescenta que só foi possível iniciar investimentos nas ruas no segundo semestre do ano passado. "A prefeitura está optando pelo asfalto quente, que é mais resistente, porém, mais caro também. Mas, em 2019, principalmente após o verão, muitos bairros serão atendidos", garante.

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