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Canoas

Após cirurgia ainda dentro do útero, bebê precisa de ajuda para seguir tratamento

Kayron foi diagnosticado com mielomeningocele; mãe passou pro cirurgia no Hospital de Clínicas de São Paulo
11/01/2019 10:50 11/01/2019 14:39

Paulo Pires/GES
Graças a cirurgia ainda no útero, Kayron não nasceu com hidrocefalia
Depois de seis meses, a dona de casa Taís da Silva voltou para casa. Além da companhia do esposo, ela trouxe o novo membro da família, Kayron da Silva Bica. O pequeno, nascido em São Paulo, tem apenas quatro meses e representa um verdadeiro milagre. Antes de nascer, na 26ª semana de gestação, ele passou por uma cirurgia intrauterina. Diagnosticado com mielomeningocele, o procedimento foi feito para evitar o risco de hidrocefalia. “Descobri com 24 semanas e fiz no prazo limite. Se chegasse dois dias depois já não conseguiria fazer a cirurgia”, conta.

Dois meses após a cirurgia, feita no Hospital de Clínicas, na capital paulista, Kayron nasceu sem a hidrocefalia. “Esta seria a principal sequela da mielo e ele nasceu sem. Cada notícia era uma comemoração,”, relembra. Prematuro, ele passou sete dias na UTI e oito no berçário. Até poder voltar para casa, se passaram quatro meses de acompanhamento. O pequeno nasceu com deformidades nos pés, mas que foram corrigidas com uso de gesso. Para evitar que voltem para a posição inicial, ele precisa usar órteses. “Ele vai precisar de fisioterapia e órteses, mas com tratamento poderá caminhar.”


Ajuda nas viagens

Gilberto Bica e Taís Kiana esperam bebê A vitória da família contou com apoio da solidariedade. Em julho do ano passado, uma reportagem do Diário de Canoas contou a história de Kayron, pedindo apoio para manutenção da família ao longo destes meses em São Paulo. Conforme o pai do menino, o arte-finalista, Gilberto Bica, o casal precisou ficar em uma pensão, já que o espaço cedido pelo hospital não recebia casais, na estadia destes seis meses. Agora, segundo Bica, ainda será necessário voltar para a cidade, com a primeira viagem já no dia 20 de março, além de outra prevista para abril. “A cada dois meses ele precisará voltar para São Paulo, para acompanhamento. A Vakinha continua, porque precisaremos de ajuda para os custos da viagem.”

Como ajudar

A família de Kayron criou uma vakinha virtual para ajudar nos custos com o tratamento do pequeno (Clique aqui).

É possível ainda ajudar fazendo depósito diretamente na conta da família.

Caixa Econômica Federal
Agência: 0433
Conta: 00021021-4
Gilberto da Silveira Bica Jr.

Mais informações pelo telefone: (51) 98400-7913.

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