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Polícia confirma acesso ao extrato telefônico de Toco para traçar seus últimos passos

Com base nisso, a investigação pretende formar o caminho percorrido pelo ex-prefeito até chegar ao litoral norte
11/01/2019 18:17

Uma informação nova foi confirmada pela Polícia Civil envolvendo o caso Toco. Conforme o delegado responsável pelas investigações, Fernando Pires Branco, já está em suas mãos o extrato telefônico do ex-prefeito de Estância Velha, Elivir Desiam. “Com base nele, podemos traçar todo o caminho que ele realizou até o litoral. Temos essa informação nas ligações que ele fez no trajeto, poderemos precisar os locais que ele passou”, explica.

Branco concedeu entrevista ao programa ABC Agora, na manhã desta sexta-feira (11), à Rádio ABC. O delegado também informou que um dos últimos telefonemas realizados por Toco foi a um homem ainda não ouvido pela Polícia. A ligação teria durado aproximadamente 32 segundos.

Na última semana, os policiais receberam mesmo material referente ao celular de Lúcia Bialoso, a companheira de Toco, que teria sido assassinada pelo político. Os dados foram fornecidos pela família da vítima.

Mesmo assim, o delegado ressalta que a polícia não teve acesso aos aparelhos de ambos, onde poderiam efetuar a análise e troca de mensagens por meio de aplicativos.

Branco ainda fez questão de reforçar que, em curto espaço de tempo, a investigação devem ser concluídas e reafirmou que os indícios apurados seguem indicando que Toco teria cometido feminicídio seguido de suicídio, em Imbé. Ainda comentou que, mesmo sem os laudos periciais, a tendência é de que tenha ocorrido luta corporal entre Lúcia e Desiam.


Comoção na cidade


Branco também revelou que, em toda sua carreira como delegado, jamais conviveu com um caso que tenha protagonizado tanta repercussão junto a uma comunidade. Inclusive, recheados de teorias que se espalham pela cidade. “Nunca vi na minha carreira um crime que tenha suscitado tantas versões”, reforça. Ele sinaliza que as pessoas têm liberdade de acreditar no que considerarem mais importante, mas que as investigações estão calcadas em fatos. “Nesse caso nenhum dos fatos aponta para outras hipóteses que circulam na comunidade, como crime político”, acrescenta.

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