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Assalto a joalheria

Investigação de latrocínio em Estância Velha avança com celular esquecido

Aparelho que seria de ladrão é outra pista crucial sobre assassinos de pai e filho
14/04/2019 19:19 14/04/2019 19:20

Foto por:
Descrição da foto: Comerciantes foram assassinados na loja deles, na Rua Portão, Centro de Estância Velha

Foto por: Facebook / Reprodução
Descrição da foto: Leomar Canova e Luiz Fernando Canova eram pai e filho e foram brutalmente assassinados durante assalto
O celular esquecido no segundo carro abandonado pelos assaltantes em fuga, conforme revelado pelo Jornal NH, pode ser decisivo na investigação sobre o roubo a joalheria que resultou na morte do dono e do filho em Estância Velha, na manhã de quarta-feira. A Polícia cruza dados e contatos do aparelho, que seria de um dos criminosos, mas não revela o conteúdo para não prejudicar a apuração. O telefone não era das vítimas, pois somente uma sacola com joias foi roubada.

No crime que chocou o Estado, os bandidos se atrapalharam de forma amadora e deixaram várias pistas. O celular que ficou em um Ford Focus roubado na Rua Eduardo de Almeida, lateral à BR-116, em São Leopoldo, é emblemático. Indica que saíram a pé de forma desesperada, tanto que o automóvel ficou ligado. Eram três - o motorista e os dois que invadiram a Relojoaria Elaine. Foi possível ver, por câmeras de vigilância, que o ladrão de camisa rosa correu pela passarela em direção ao Centro.

IMAGENS

As informações do celular, combinadas com as imagens dos criminosos dentro da loja, vêm permitindo avanços importantes na investigação. A Polícia não fala em suspeitos. “Estamos trabalhando incessantemente”, resume o delegado Clóvis Nei da Silva, que responde por Estância Velha. A reportagem apurou que assaltantes do Vale do Sinos fugiram para outras regiões em razão do latrocínio.

Informações falsas tumultuam o caso

Mesmo com a intenção de ajudar, muitas pessoas vêm passando informações desencontradas não só à Polícia Civil, como também à Brigada Militar. No dia do crime, a vida de um morador de Estância Velha foi posta em risco ao ser apontado, com a foto e nome dele pelas redes socias, como um dos criminosos. Ontem, circulou novo boato de que os latrocidas tinham sido presos. Outra especulação é que os assassinos estariam usando máscaras durante o roubo. “O efeito da iluminaçáo sobre os rostos pode provocar essa falsa impressão”, opina um perito.

O CRIME

• Por volta das 9 horas, dois homens bem vestidos entram na relojoaria, na Rua Portão, no Centro, e logo avisam que é assalto. Rendem a dona, Elaine Canova, 54, o marido e sócio, Leomar Canova, 59, o filho Luís Fernando, 35, e uma funcionária.

• Enquanto o bandido de camisa rosa manda as mulheres recolherem joias no balcão, o comparsa de preto vai com Leomar e Luís Fernando ao escritório. Em seguida, aparecem pai e filho reagindo, já na parte da frente, onde são alvejados pelos dois assaltantes.

• O de preto sai correndo sem levar o que havia recolhido, mas o de rosa, com muita frieza, ao lado dos corpos, ordena as mulheres entregarem a sacola em que havia mandado encher de joias. Ele sai com o material e embarca em um Honda City, onde o outro ladrão e o motorista o aguardam. O carro, roubado em Porto Alegre, é abandonado na Rua Ceará, bairro Rincão, em Novo Hamburgo.

• Por volta das 11 horas, o trio deixa um Ford Focus prata, também roubado, na lateral da BR-116, em São Leopoldo. A Polícia Rodoviária Federal encontrou o veículo ligado e um telefone celular na parte dianteira.

• A comoção, em meio a clima de revolta com a insegurança, foi traduzida nas palavras de Leonardo Canova, 25. “Meu pai e meu irmão não suportaram mais um assalto. Isso cansa. Reagiram por uma sensação de esgotamento”, comentou ele, ao recordar que todas as relojoarias da família na região já foram atacadas. “É difícil dizer o que sentimos num momento desses. Estou mais preocupado com minha mãe, que viu tudo.”

Denuncie à Polícia o paradeiro dos suspeitos de matarem pai e filho comerciantes de Estância Velha

Jornal NH
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