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Ataque em Porto Xavier

Assaltante de banco pode ter morrido por complicações de doença durante o cerco

Alexandre Pacheco da Silva, 44 anos, era um veterano dos ataques a bancos com reféns; ele não foi baleado
08/05/2019 15:31 08/05/2019 15:36

Foto por: Brigada Militar
Descrição da foto: Alexandre Pacheco da Silva estava em liberdade condicional por roubo cometido em Cachoeirinha
Não foram os tiros de algum dos confrontos com os policiais que levaram à morte um dos suspeitos de participação no ataque a banco em Porto Xavier, no Noroeste do Estado, no dia 24 de abril, motivando mais de dez dias de cerco. Os peritos acreditam que alguma complicação da asma ou diabetes tenha sido a causa da morte do homem identificado como Alexandre Pacheco da Silva, 44 anos.

Ele era natural de Gravataí e morador do bairro Bom Princípio, em Cachoeirinha, e é agora, para os investigadores debruçados na solução deste ataque a banco, um dos elos do crime com a Região Metropolitana.

É que Alexandre, mesmo nunca tendo a fama de figurar entre as listas de principais procurados pela polícia — sequer estava entre os suspeitos identificados no cerco de Porto Xavier —, é considerado um dos veteranos dos ataques a bancos e carros-fortes no Rio Grande do Sul.

É que, conforme a polícia e o Ministério Público, esta não foi a primeira vez que o assaltante esteve envolvido em um crime que parou uma região inteira. Em 2008, ele esteve entre os denunciados, e ainda respondia ao processo, pelos assaltos a Farroupilha e Triunfo, que praticamente inauguraram o estilo faroeste, com moradores feitos reféns e escudos humanos para a fuga dos criminosos, no Rio Grande do Sul. A investigação, à época, apontou Pacheco como um dos soldados do bando liderado por Carlos Ivan Fischer, o Teco, e pelo ex-PM Wanderley Grehs.

Teco morreu em confronto com a polícia em 2014. Grehs, assim como Alexandre Pacheco da Silva, está em liberdade condicional.

O gravataiense estava fora da Modulada de Charqueadas desde outubro do ano passado. Ele ainda tinha penas a cumprir até 2021 por uso de documento falso — em 2009, foi flagrado com uma CNH falsa em Tramandaí e acabou condenado — e por roubo. Em, 2016, ele foi condenado por roubar uma carga de cigarros na Vila Canarinho, em Cachoeirinha. Durante aquele processo, foi ainda reconhecido por participação em outro assalto semelhante, em outro ponto da cidade.

Ele foi encontrado morto na manhã de terça, com o corpo já em estado de decomposição, a cerca de 200 metros da mata, na localidade de Linha 1º de Março, no limite entre Campina das Missões e Porto Lucena. Com o corpo, foi encontrada uma mochila carregada com dois revólveres calibre 38, um fuzil e uma grande quantia em dinheiro.

O papel de Alexandre Pacheco da Silva no confronto que vitimou o policial militar Fabiano Heck Lunkes e no assalto do dia 24 de abril ainda não foi esclarecido pela polícia. Conforme o delegado Heleno dos Santos, porém, o homem era considerado de alta periculosidade pela polícia gaúcha.

Desde o início do cerco, cinco suspeitos já foram presos. O último, na manhã desta quarta (8), foi Luciano Aguilar de Mattos, o Lucianinho. Conforme a polícia, ele é natural da Região Noroeste, mas recentemente estava morando na Região Metropolitana. No roubo, os ladrões levaram R$ 1,1 milhão da agência bancária.

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