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Acabaram recursos

Marcado júri de Cowboy, acusado de balear mãe e filho em briga de trânsito

Dirceu Pereira Brun, 39 anos, será julgado no dia 25 de junho
14/05/2019 03:00 14/05/2019 08:48

Foto por: Inézio Machado/GES-oUT/2015
Descrição da foto: PRESO: Cowboy irá a júri na manhã de 25 de junho no Foro de Novo Hamburgo
Após mais de dois anos de recursos em Porto Alegre e Brasília, todos perdidos pela defesa, a juíza da 1ª Vara Criminal de Novo Hamburgo, Ângela Dumerque, conseguiu marcar o júri popular do acusado de balear mãe e filho por causa de uma briga de trânsito. O pintor Dirceu Pereira Brun, o Cowboy, 39 anos, será submetido ao Conselho de Sentença no dia 25 de junho. O crime aconteceu há quase quatro anos. O réu, que já tinha condenação por um homicídio e uma tentativa de homicídio, também em Novo Hamburgo, foi preso 11 dias depois. A defesa não quer se manifestar.

"Observa-se dos depoimentos prestados a existência de fortes indícios de autoria e participação do réu no cometimento do delito", despachou a magistrada, em abril de 2017, quando determinou o júri. Sob alegação de falta de provas, a defesa recorreu ao Tribunal de Justiça e ao Superior Tribunal de Justiça. Tentou absolvição e habeas corpus.

Vídeos

Com a sentença de pronúncia a júri transitada em julgado, a juíza não só definiu a data como também autorizou a exibição de vídeos durante no plenário. Ela também deferiu as testemunhas arroladas por defesa e acusação. O início da sessão está marcado para as 9 horas.

Tripla tentativa de homicídio pode dar pena de 24 a 60 anos

Cowboy irá ao banco dos réus sob acusação de balear a estudante de Direito Ana Cristina Nalovaiko, então com 34 anos, e o filho Gustavo, 12. Também estava na caminhonete conduzida por Ana o outro filho dela, Fernando, 9, que não foi atingido. O réu está denunciado por tripla tentativa de homicídio, que pode resultar em penas somadas de 24 a 60 anos. Na noite do crime, ela e as crianças recém tinham saído de um shopping, assim como Cowboy e um filho adolescente.

Relembre

A caminhonete Mitsubishi dirigida por Ana foi perseguida por um Corolla a partir da saída do shopping I Fashion, na BR-116, no Rincão, em Novo Hamburgo, até a frente do prédio da família, na Rua Bento Gonçalves, no Ouro Branco, onde um único tiro atravessou o abdome da mãe e parou na medula de Gustavo. Foram nove quilômetros de perseguição, por volta das 19h30 de 27 de setembro de 2015.

Ana declarou não saber qual manobra irritou o motorista do Corolla, mas admitiu ter mostrado o dedo indicador pelo espelho. Ela perdeu 30% do fígado e Gustavo, que correu risco de ficar paraplégico, fez tratamento para recuperar os movimentos.

Cowboy, preso na noite de 8 de outubro, estava foragido com condenações de 13 anos por homicídio em 2002 e a 4 anos e 2 meses por tentativa de homicídio em 2011, ambos no bairro Roselândia. Também estava com o direito de dirigir suspenso. O Corolla foi apreendido na casa dele, no bairro Santo Afonso.

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