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Investigação

Alvo da PF, InDeal prometia retorno de 15% em operações com criptomoedas

Reportagem exclusiva do Jornal NH já havia alertado sobre a operação da empresa
21/05/2019 08:52 21/05/2019 13:30

Foto por: Arquivo Pessoal
Descrição da foto: PF cumpre mandados na sede da empresa que fica na Rua Silveira Martins, no Centro
A InDeal é a empresa alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta terça-feira (21) em Novo Hamburgo. De acordo com a PF, a instituição financeira não tem autorização do Banco Central para operar e estaria captando recursos de terceiros para investimento no mercado de criptomoedas. A empresa assumia o compromisso de retorno de 15%, ao menos, no primeiro mês de aplicação.

Em fevereiro, reportagem exclusiva do Jornal NH já mostrava como o aumento das negociações da InDeal mudava a rotina dos tabelionatos em Novo Hamburgo, onde a empresa tem sede. O movimento era tanto, que o Tabelionato Fischer, um dos locais onde os contratos com a empresa vinham sendo autenticados, precisou de um funcionário extra só para tratar destes casos. O Tabelionato Barreto também prestava o serviço e, conforme uma funcionária, a mesma InDeal tinha grande demanda.

A possibilidade de ganhos fáceis e significativos fez acender o sinal de alerta. Especialista em mercado financeiro André Momberger diz que milagre não existe: "É impossível manter esse ganho de forma constante e garantida." 

PF começou investigação em janeiro

Foto por: Polícia Federal/ Divulgação
Descrição da foto: Dinheiro em espécie foi apreendido em endereço ligado à empresa investigada
De acordo com a Polícia Federal, as investigações que resultaram na operação de hoje se iniciaram em janeiro de 2019. Conforme levantamentos da Receita Federal, uma das contas da empresa teria recebido créditos de mais de R$ 700 milhões entre agosto de 2018 e fevereiro de 2019.

Os sócios da instituição financeira clandestina apresentaram evolução patrimonial de grande vulto, que, em alguns casos, passou de menos de 100 mil para dezenas de milhões de reais em cerca de um ano.

Cerca de 130 policiais federais, 20 servidores da Receita Federal do Brasil e seis policiais civis cumprem dez mandados de prisão preventiva e 25 de busca e apreensão nas cidades gaúchas de Porto Alegre (3), Novo Hamburgo (13), Esteio (1), Estância Velha (2), Campo Bom (1); Laguna (1) e Florianópolis (1) no estado de Santa Catarina e em São Paulo (3), capital paulista.

Além dos mandados, foram expedidas ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros em nome de pessoas físicas e jurídicas, de dezenas de imóveis e a apreensão de veículos de luxo.

Jornal NH
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