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Arte

Professores aprendem a ''entrar em cena'' durante oficina em Novo Hamburgo

Arte circense pode inspirar métodos de ensino
05/06/2019 03:00 05/06/2019 14:30

Foto por: Juarez Machado/GES-Especial
Descrição da foto: Circo Petit Poá faz uma analogia entre vida de artista e de professor e seu respeitável público
O 2º Seminário Nacional de Arte "Arte, Contextos e Educação" e o 6º Seminário de Arte da Rede Municipal de Ensino de Novo Hamburgo, realização da Secretaria de Educação (Smed), por meio da Escola Municipal de Arte Carlos Alberto de Oliveira - Carlão, reuniu mais de 80 professores e pessoas da comunidade em geral em dois espaços em Novo Hamburgo. A abertura, realizada no auditório Kinho Nazário, na Casa de Artes, contou com o espetáculo e palestra do Circo Petit Poá, em que o artista Benhur Pereira, interpretou um palhaço multifacetado, com números de equilíbrio, música, malabares, teatro de boneco, monociclo, ilustrando uma história de amor, amizade e circo, para mais de 40 participantes, que riram, interagiram e aplaudiram.

Já no turno da tarde, na Escola de Arte Carlos Alberto de Oliveira, os participantes tiveram oficinas sobre artes visuais, música, dança, teatro, audiovisual, culturas afro-brasileira e indígena e literatura.

Em sua apresentação, Pereira baseou-se no espetáculo Vida de Cachorro, com números tradicionais da arte circense, e ao final fez uma analogia da importância da reciclagem do professor como o do artista, onde a expressão "respeitável público" pode ser atribuída aos alunos. Ele salienta que há semelhança entre a preparação do artista e a do professor. "Cada um entra em cena com sua técnica, com sua voz, com seu corpo, com seu atrativo, com sua presença, porém devemos apostar também no potencial do público. É preciso tratar bem o respeitável público, apostar na qualidade dele, porque o educando também nos surpreende", frisa Pereira, que fez ontem sua terceira apresentação de palestra, uma em 2012 em Cachoeira do Sul e outra no Colégio Marista Pio XII, no início deste ano.

Ele destaca que foi um encontro de renovação de olhares, no instrumento do corpo, da voz, da versatilidade de como apresentar seu conteúdo ao respeitável público. "Os participantes saíram motivados para voltar à sala de aula e mexer com as estruturas", esclarece.

A diretora da Escola de Arte Carlão, Celi Teresinha Reinhardt, salienta que a proposta trazida pelo Circo Petit Poá vem ao encontro dos diálogos entre arte e educação, onde a linguagem circense aproxima o professor do artista. "O momento de abertura traz uma reflexão geral a respeito das relações entre o educador e seu público", acrescenta.

Mais espaços

A coordenadora de espaços culturais da Secretaria de Cultura, Andrea Regina Pavani, convidou professores a levarem grupos de alunos para a visitação guiada na Casa de Artes, mesmo espaço que oferece sessões de filmes, e para a Praça Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) no bairro Boa Saúde, onde ocorrem oficinas de artes. "Temos que garantir que os espaços de artes sejam ocupados para que o poder público acredite que faz bem investir em cultura e arte. Queremos que esses espaços sejam ocupados", declara.

 

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