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Animalescas

A adoção responsável que transformou a vida da Nina

O novo tutor da cadela até adaptou o pátio de casa para poder recebê-la
10/06/2019 03:00 11/06/2019 17:33

Foto por: Juliana Nunes/GES-Especial
Descrição da foto: Parceiros: Jorge e Deza com a Nina. O trio prova que a adoção transforma a vida dos pets
Quem viu a Nina há dois anos, abandonada em Lomba Grande, Novo Hamburgo, e extremamente magra, mal a reconhece hoje. A cadela que "mostrava os ossos" e se retraía ao notar uma presença, hoje tem um ótimo espaço para correr, brincar e descansar, e recebe muito amor. A vida da Nina começou a mudar quando ela foi encontrada pela representante comercial e protetora da Amparo, Animal Andreza Guerreiro, 41 anos, a Deza. "Achei ela na Prainha, estava muito magra, debilitada e em estado de choque. Tive a ajuda do protetor Leandro Mello para conseguir tirar ela de lá. Consegui casa de passagem em Sapiranga, mas ela sempre queria fugir. Então comecei a postar no Facebook para encontrar um tutor", conta Deza.

E foi justamente por causa da postagem na rede social que o marceneiro Jorge Keller, 47, se encantou com a Nina. "Eu sempre fui cachorreiro. Vi a postagem da Deza e quis a Nina. Mas como na época eu estava com proposta de ir para Santa Catarina, esperei um pouco. Ainda bem que não fui e consegui adotá-la. Quanto tu pega um bicho tem que ter certeza. Hoje, onde eu vou, ela vai", diz Jorge.

Adequações

E não bastou apenas o amor pelos animais, o Jorge precisou adaptar também o pátio da residência para receber a Nina. "A gente sempre faz questionário e entrevista com adotante e visita a casa. Eu falei para ele que precisava de muro mais alto e de recuo no portão, e ele me disse na hora: 'eu faço'. Achei que ele era louco", comenta Deza. "Ela tem muita energia, mas é bem dócil. É o dono que ensina. O cão é como uma criança, tu não deixa uma criança a esmo. Assim como o cão também não. Para adotar não adianta só representar com fotos em redes sociais. Tem que gostar de verdade e se dedicar", ensina o marceneiro.

A Nina vive solta, e tem até um cobertor e seu cantinho preferido. "Eu fiz uma casinha, mas ela destruiu. Acabou escolhendo cantinho dela junto ao carro", explica Jorge.

Antes do resgate: fome e abandono

Debilitada: cachorrinha ganhou um novo lar Quando a cadela foi encontrada, ela estava com uma coleira bem apertada, com seu nome escrito. E pelos sinais que ela apresentava, tinha tido filhotes recentemente. "Achamos que alguém levou os filhotes e a deixou ali", lembra Andreza. Hoje, a coleira é apenas um símbolo da liberdade da Nina. "Prometi que ela jamais usaria, jamais ficaria presa. Hoje guardo a coleira apenas como lembrança", diz Jorge.

 

Jack também quer um lar

Foto por:
Descrição da foto: Chance: adote o cusco
Este cãozinho fofo aí da foto também veio de uma situação de abandono e maus-tratos. O Jack estava tão assustado quando foi resgatado pela protetora do Projeto Bigode de Bicho, Clarissa Bischoff, que foi preciso cinco meses com uma adestradora para ele aceitar carinho. "Ele também tem medo de água. Achamos que jogavam água nele. Hoje ele está muito bem. É um gordinho muito querido", relata Clarissa, que faz questão de uma adoção responsável. "Preciso de adotante com paciência para que ele possa confiar", destaca a protetora. Quem quiser ter o Jack como companheiro o contato é pelo telefone (51) 9 9605-4810, com a Clarissa.

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