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Notícias | Região Semana de apreensões

Casa que servia de depósito de drogas no Canudos era de 'alto padrão', segundo delegado

"Era uma casa com um depósito grande, piscina e área para muitos carros. Com certeza eles já usavam o local há um bom tempo", revela

Por Felipe Nabinger
Última atualização: 17.06.2019 às 06:39

Depois da maior apreensão de cocaína do ano no Estado, na última terça-feira (11), totalizando 255 quilos, na Lomba Grande, mais de 216 quilos, desta vez de maconha, foram apreendidos em um imóvel que servia de depósito para a facção que comanda o tráfico na região, no bairro Canudos, na noite de sábado (15). As operações, realizadas pela Polícia Federal e pelo Departamento Estadual do Narcotráfico (Denarc) da Polícia Civil, respectivamente, tiraram das mãos dos criminosos um total de 471 quilos de drogas, além de prender quatro pessoas. Embora as operações sejam distintas, existe a possibilidade que os entorpecentes pertencessem à mesma facção.

A operação desde sábado, denominada "Reduto", teve também três presos, dois homens, de 28 e 40 anos, e uma mulher, de 37, que não tiveram a identidade divulgada. Também foram apreendidos um fuzil falso, uma pistola .380, munições, R$ 7 mil reais, três carros e uma moto. Foram duas semanas de investigação e dez horas em que os policiais ficaram de prontidão, junto à casa de muros altos e portão de ferro.

Casa com piscina e em reformas

Foto por: Denarc / Divulgação
Descrição da foto: Bennemann: delegado diz que casa servia como depósito
O local, que funcionava como depósito de drogas, foi considerado pelo delegado Thiago Bennemann de alto padrão. Segundo ele, as edificações, que por causa dos altos muros não podem ser vistas da rua, passavam por reformas. "Era uma casa com um depósito grande, piscina e área para muitos carros. Com certeza eles já usavam o local há um bom tempo", revela. O delegado comemora a apreensão, mas lamenta que criminosos consigam repor esse estoque. "Com certeza essa apreensão vai prejudicar facção. Mas, infelizmente, como não é possível mensurar a quantidade de drogas que entram no Estado, eles acabam repondo por conta da alta lucratividade", explica o titular da 1ª DIN.

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