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Opinião do repórter

Os fuzis estão chegando

Silvio Milani é editor
21/06/2019 03:00 21/06/2019 08:23

Foto por: Polícia Civil / Divulgação
Descrição da foto: Seis fuzis apreendidos em Lomba Grande
Os bandidos estão se armando como nunca antes na história do Vale do Sinos. E a grosso calibre. São muito mais fuzis e submetralhadoras chegando, além de pistolas importadas e munições que não costumavam aparecer por aqui.

O que está por trás? Planejamento de grandes assaltos, estratégia ousada de facção para ampliar domínio de área, uma nova representação comercial de tráfico internacional de armas, trocas por cargas de drogas? Todas as opções estão corretas?

Não são só informações sigilosas que revelam o perigoso e preocupante fenômeno. O aumento expressivo das apreensões feitas por Brigada Militar e Polícia Civil é um termômetro. "Se estamos apreendendo mais armas e munições de todos os tipos, em especial as de grosso calibre, é porque têm muito mais por aí", diagnostica o comandante regional da Brigada Militar, coronel Vitor Hugo Konarzewski.

De janeiro a maio, a BM apreendeu 134 armas e 3.611 munições no Vale do Sinos. No meio do material, há cinco fuzis, encontrados no bairro Canudos, em Novo Hamburgo, e na Feitoria, em São Leopoldo. Entre as surpresas está a chegada de uma pistola turca. Outra novidade é a disseminação de carregadores cilíndricos, que transformam uma pistola em submetralhadora com rajada para mais de cem tiros.

Na semana passada, a Polícia Civil desenterrou seis fuzis no galpão de um sítio no bairro Lomba Grande, em Novo Hamburgo, onde também havia R$ 385 mil em dinheiro. Foi a maior apreensão de armas do gênero do ano no Estado.

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