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Cobertura Vacinal

Área rural de Picada Café passa por monitoramento da febre amarela

Conforme a chefe da Divisão Epidemiológica do Cevs estima-se que haja risco da entrada da doença a partir de setembro no Estado
10/07/2019 14:20 10/07/2019 18:19

Os agentes comunitários de saúde de Picada Café começaram, nesta semana, a dar prioridade a visitas domiciliares na área rural do município, para monitoramento da cobertura vacinal da febre amarela. As cadernetas de vacinação estão sendo verificadas. Dessa forma, as pessoas não vacinadas serão procuradas por equipes de saúde para atualizar suas imunizações.

Para estar imune à febre amarela é preciso vacinar-se pelo menos uma vez. Para quem não estiver coberto por essa vacina pode fazê-la nas sextas-feiras, a partir das 09h, na sala de vacinas do Posto de Saúde do Centro. O monitoramento da cobertura vacinal da febre amarela ocorre em todo o Estado, a partir da orientação do Centro de Estadual de Vigilância em Saúde, que iniciou um censo vacinal. 

 

Precaução da Secretaria Estadual da Saúde

Pela circulação que vem ocorrendo no Brasil do mosquito vetor da febre amarela, tudo indica que a doença chegue ao Rio Grande do Sul no segundo semestre do ano. Em razão deste comportamento, a Secretaria da Saúde (SES), por intermédio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), está desencadeando uma estratégia de vacinação, chamada censo vacinal, em todo o território estadual, mas especialmente na área rural. Trata-se de uma doença de alta letalidade, alerta Tani Ranieri, chefe da Divisão Epidemiológica do Cevs. Segundo ela, de 40 a 45% dos casos evoluem para óbito.

Ela informa que há um monitoramento constante do deslocamento dos mosquitos vetores nos corredores ecológicos, que já desceram por São Paulo, atingiram o Paraná e se encontram em Santa Catarina. “É provável que, a partir de setembro, seja identificada sua entrada no Estado”, diz.

 

Casos

A última morte de animais silvestres pela doença no Rio Grande do Sul ocorreu no período 2008/2009, quando houve o maior número de casos em primatas e em humanos. O monitoramento da febre amarela ocorre o ano todo e a vacina é recomendada para todo o Estado. “Mas, neste momento, estamos mais preocupados com a população rural, que é de extremo risco”. A vacina está à disposição nas unidades de saúde e quem já tomou a dose está imunizado para toda a vida. A cobertura vacinal está hoje em 67% da população gaúcha.

 

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