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Mãe de paciente alerta para mofo em quarto do Hospital Municipal

Fundação de Saúde admite situação, mas garante que não traz risco a pacientes da ala psiquiátrica, que passará por reforma em setembro

Foto por: Arquivo pessoal
Descrição da foto: Mãe de paciente queixa-se do estado do quarto
Um quarto tomado por mofo e sujeira. Esse foi o local que a auxiliar de limpeza Deis Vargas, 41 anos, disse que ficou com sua filha de 15 anos de sexta-feira a domingo. "O hospital está precário. Fiz uma reclamação para a chefe de enfermagem da ala pedindo se seria possível a troca de quarto. A resposta dela foi se eu não estivesse gostando, era para pedir alta e ir para casa", desabafou. 

Segundo Deis, além do quarto em condições insalubres, sua filha, que possui ataques de pânico, teve que ficar internada junto com dependentes químicos. "Eu achei isso um absurdo. Uma sujeira. Isso não tem cabimento", pontua.

O que diz a Fundação de Saúde?

O diretor-presidente da FSNH, Ráfaga Fontoura, disse que o quarto está localizado na unidade Águia do hospital, uma das mais antigas, e que não passa por reformas há 30 anos. "Essa ala e a maternidade eram as que faltavam reformar. A maternidade ganhou prioridade e, em um segundo momento, estamos reformando a unidade Águia, que atende leitos psiquiátricos. Estamos com nossa mão de obra trabalhando gradualmente essa unidade. Os quartos 21, 22 e 23 já passaram por reforma. Esse onde ocorre contenção psiquiátrica deve ser reformado em setembro", salienta.

Em relação às condições do quarto, Fontoura ressalta que o hospital possui uma comissão de doenças infecciosas e que o quarto estaria apto para uso.

Sobre a resposta dada pela chefe de enfermagem, Fontoura ressaltou que é necessário abrir uma ouvidoria no hospital. No que diz respeito a internação junto com pacientes em tratamento para dependência química, o diretor destaca que os leitos de saúde mental comportam também pacientes na condição que estava a filha de Deis.


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