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Transição

Grupo de trabalho com representantes da Indústria e Estado vai discutir ICMS

Eduardo Leite afirma ser favorável a redução da alíquota, mas não no primeiro ano
08/11/2018 09:14

Foto por: Dudu Leal/DIVULGAÇÃO
Descrição da foto: EM REUNIÃO: presidente da Fiergs recebe o governador eleito
A Reunião de Diretorias da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs/Ciergs) desta semana contou com a participação do governador eleito e do vice-governador eleito do Estado, Eduardo Leite e Ranolfo Vieira, respectivamente. Para os industriais, Leite afirmou ser favorável à redução da alíquota básica do ICMS, que foi reajustada e passou de 17% para 18% em 2016, e que, pelo projeto aprovado na Assembleia Legislativa, deve valer somente até o próximo mês. Porém, o governador eleito ressaltou ser necessário "um tempo para organizar o Estado". O presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry, sugeriu a criação de um grupo de trabalho reunindo representantes da indústria e do governo do Estado para discutir o tema.

Eduardo Leite disse que a sua agenda de competitividade para o Rio Grande do Sul inclui cinco pontos: redução de impostos, investimentos em infraestrutura, redução da burocracia, educação e segurança pública. "Mas não adianta reduzir imposto se o ganho econômico se perder no colapso do Estado", justificou.


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Sufocadas pela ineficiência

O presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry, lembrou que o setor industrial é o que mais causa impacto na economia: a cada R$ 1,00 produzido no setor, R$ 2,32 são gerados na economia, mas que, lamentavelmente, não há o devido reconhecimento. "Nossas indústrias vêm sendo sufocadas pela ineficiência do Estado, tanto no âmbito federal quanto estadual. A indústria de transformação, por exemplo, carrega uma carga tributária equivalente a 45% do seu PIB e contribui com 32% da Receita Tributária Federal. Somos o 'acionista majoritário', mas não recebemos os dividendos proporcionais a essa posição econômica", explicou.

 

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