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O que se sabe sobre a Momo? Veja como proteger seu filho de vídeos na Internet

Especialistas alertam para que conteúdo não seja compartilhado
19/03/2019 11:35

Foto por: Reprodução
Descrição da foto: Imagem do Momo, perfil misterioso que viralizou no WhatsApp e redes sociais
A Internet pode ser comparada a uma praça pública, a maior de todas, e as crianças não podem ficar soltas, sozinhas neste espaço. Há perigos que apenas os pais e responsáveis têm maturidade para avaliar, como é o caso do vídeo da Momo, que tem causado polêmica nos últimos dias nos grupos e rodas de pais.

A temida personagem Momo, há relatos ainda não confirmados, estaria "invadindo" vídeos infantis na plataforma kids do Youtube. O conteúdo supostamente incitaria as crianças a buscar objetos cortantes e praticar atos suicidas, segundo publicação da BBC Brasil.

Apesar dos comentários, não havia, até ontem, nenhuma evidência concreta de que o vídeo – que circula amplamente no WhatsApp – tenha sido inserido em produções infantis, como produção de slimes ou no sucesso Baby Shark.

A BBC Brasil afirma que nem o Ministério Público, nem ONGs de segurança na web nem o próprio YouTube encontraram qualquer indício disso.

Entretanto, especialistas alertam para os riscos da exposição a este tipo de material e como proteger as crianças. 

Como proteger as crianças

Além de ensinar o bom uso da Internet aos pequenos, Fabiana Vasconcellos, psicóloga da ONG cearense DimiCuida, sugere que se usem aplicativos de monitoramento do acesso on-line ou "usem o YouTube em versões como a Go, que permite baixar offline apenas vídeos que tenham sido pré-aprovados para as crianças menores". Outra dica é restringir determinados canais por meio das configurações. É importante também limitar o tempo das crianças em frente às telas, já que se trata de uma atividade passiva.

Interromper a circulação destes vídeos também é uma das medidas sugeridas pelos especialistas.

Rodrigo Nejm, psicólogo e diretor de educação da ONG Safernet, explica que é preciso ser claro com a criança de que elas estão sujeitas a armadilhas e que devem se resguardar na Internet. Melhor do que criar pânico ou tirar a criança da internet, é empoderá-la para navegar e para ter discernimento, e confortá-la sempre que necessário", sugere. Além disso, ressalta que se deve deixar a criança confortável para procurar os pais ou professores quando se deparar com situações de risco.

Como falar sobre a Momo

Entre as recomendações, especialistas recomendar discutir o tema, mas não mostrar o vídeo aos pequenos. "Jamais deve-se mostrar esse tipo de vídeo às crianças. Mas pode-se falar francamente que a internet tem coisas horríveis. Os pais podem contar que a Momo não é um fantasma ou monstro, e sim uma escultura, algo concreto, e que todo perfil na internet tem por trás uma pessoa real, que pode tentar assustar as crianças ou ter alguma má intenção. É por isso que elas jamais devem conversar com quem não conheçam, em jogos online ou redes sociais, nem dar número de telefone ou fazer check-in em redes abertas."

O que é a Momo

Na verdade, trata-se de detalhe de uma escultura de um artista nipônico sobre uma assombração das lendas do Japão, uma mistura de mulher e pássaro que rouba crianças recém-nascidas.


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