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Turismo

Conheça os encantos de Rolante: da gastronomia às belezas naturais

Gerações de famílias dão vida aos negócios da cidade do Vale do Paranhana
16/05/2019 12:03 16/05/2019 13:58

Foto por: Susi Mello/GES-Especial
Descrição da foto: CaChoeira: queda d’água é uma das atrações no Camping Wolff
Que tal conhecer um município do Vale do Paranhana, onde as culturas germânica e italiana andam lado a lado? Localizada na Encosta da Serra, Rolante, com pouco mais de 21 mil habitantes, recebe o turista com roteiros especiais nos quais gerações de famílias dão vida aos negócios. Durante o passeio, rodeado de paisagens exuberantes formadas por cachoeiras e verdes que circundam estradas, é possível aproveitar os sabores coloniais que aguçam o paladar. Tem degustação de vinhos e pratos preparados com todo carinho por quem vive lá. Além disso, é possível ouvir histórias de quem sabe receber bem o visitante.

São famílias de diferentes sobrenomes. Algumas delas foram conhecidas na press trip, realizada no final de abril pelo Departamento de Turismo da Capital Nacional das Cucas, Cidade Amiga do Cicloturista e também conhecida por ser a terra natal do técnico e ex-tenista Larri Passos e do falecido cantor Teixeirinha. Blogueiros e jornalistas foram recebidos pelos Sohne, Ostjen, Dallarosa, Sbardelotto, mas ainda teve conversa com quem carrega outros sobrenomes, como Laux, que conheci.

Nesta reportagem, vamos contar um pouco dessas pessoas que vivem em Rolante, cidade que tem trabalhado o turismo com foco intenso há pelo menos 15 anos. Por isso, oferece o roteiro Caminho das Pipas, com foco no enoturismo, na comunidade chamada Boa Esperança, e um circuito de cicloturismo, em conjunto com Riozinho e São Francisco de Paula, onde os ciclistas percorrem 123 quilômetros de extensão com um roteiro auto guiado, porém bem sinalizado.

A farinha dos Sohne

Foto por: Susi Mello/GES-Especial
Descrição da foto: Com amor: Elaine e Carlos Sohne, produtos artesanais e de qualidade
Pensem numa família que não se inibe em emocionar-se na hora de contar sua história. Assim são os Sohne, do Moinho que leva o sobrenome estampado, uma empresa em sua quinta geração. É nesse espaço que o turista encontrará farinhas integrais, de trigo, centeio, milho, cevada, pepitas de girassol, de arroz, aveia, açúcar mascavo, painço descascado. Também vai conseguir adquirir pães especiais.

O grupo foi recebido com uma mesa farta de bolos, cucas, pizzas, tudo feito com carinho pela dona Elaine Sohne, esposa de Carlos Sohne, ambos proprietários. Seu filho Samuel Sohne fica com as compras e, na administração, está Giane Sohne, sua esposa. O irmão de Elaine, Marco Passos, está na área administrativa.

O turista pode agendar uma degustação e vale a pena. O atendimento do local, que fica na Avenida Borges de Medeiros, 2.319, Centro, é de segunda a sexta-feira, das 7 horas às 11h30 e das 13h30 às 18 horas. Aos sábados, o atendimento ocorre das 7h30 às 11h30.

Reserve ainda tempo para conhecer a história do moinho, mantido com carinho pela família. Ele foi construído em 1888 e permanece em atividade, passando de pai para filho. Ele continua movido pela água do Rio Rolantinho da Areia e os grãos são moídos na pedra, gerando farinhas 100% integrais.

Vinhos e sucos dos Dallarosa e Sbardelotto

Foto por: Susi Mello/GES-Especial
Descrição da foto: Um brinde: família Sbardelotto com seus diferentes produtos
Uma distância de 17 quilômetros separa o Centro da localidade de Boa Esperança, rodeado por casas de madeiras, jardins cuidados e de parreirais... muitos parreirais. Além de conhecer cantinas onde são produzidos vinhos finos, espumantes e sucos integrais, aproveite para contemplar as belezas naturais. Uma delas, por sinal, é a Cascata Três Quedas, que possui uma escadaria com 100 degraus em madeira que levam até o deck, usado como estrutura para as belas imagens clicadas de seu celular ou de sua máquina fotográfica.

Porém reserve um tempo para conversar com quem lhe aguarda nas cantinas. Em duas delas, nas quais o grupo esteve, foi possível degustar vinhos e sucos, inclusive com acompanhamento. Na Bennatto, por exemplo, o visitante conhece a família Sbardelotto, Adélio, Élida, Josiane e Anderson e sua Vanderléia. Com agendamento, pode provar bolos feitos com sucos de uva. Uma delícia.

Já na Dallarosa, Martinho e Sandra contam com entusiasmo seus esforços para manter a tradição do cultivo da uva para a produção de vinho e sucos. Os filhos dos dois, João Pedro, 10 anos, e Maria Eduarda de 4 anos, já estão acostumados com a visita. E a caçula nem se inibe em auxiliar os pais quando tem muita gente na cantina. Ela mesmo leva o turista até os parreirais.

Dedicação dos Ostjen

Foto por: Susi Mello/GES-Especial
Descrição da foto: meSa farta: família Ostjen cuida para que visitantes sejam bem servidos
A família Ostjen, o casal Davi e Marlene com os filhos Tiago e Diego, recebem o grupo de uma forma especial. Enquanto o caçula Diego mostra a área do Camping Wolff, os três preparam churrasco, saladas, carreteiro, um aipim que derrete na boca e sobremesas com frutas em caldas, degustação acompanhada de elogios. Pudera! Uma trilha que leva o visitante até uma cachoeira requer uma dose de energia posteriomente.

O espaço é aberto de janeiro a janeiro. Há famílias que acampam e outras aproveitam para curtir um sábado ou domingo no local, que aceita agendamento para festas familiares, casamentos e eventos de grupos fechados.

Quem quiser passar um dia paga 5 reais por pessoa e a pernoite no camping custa 12 reais. Mas novidades estão por vir. A ideia é construir três cabanas até o final do ano.

A cuqueira Laux

Foto por: Susi Mello/GES-Especial
Descrição da foto: Sabor: cucas tradicionais e diferenciadas na Casa da Colônia
Lígia Laux trabalhou por anos em uma fábrica como auxiliar de escritório. Viu sua mãe fazer cuca e também aprendeu. Agora, ela integra o grupo de cuqueiras, que preparam essas delícias vendidas na Casa da Colônia, em frente à Prefeitura de Rolante, na Avenida Getúlio Vargas, bem no Centro. Ali há um espaço para as cuqueiras, com um forno que chama atenção de curiosos.

"Está sendo bem legal preparar cucas", conta orgulhosa Lígia, enquanto segura a cuca galáctica, preparada para os cicloturistas ganharem energia. Ela é feita com massa semi-integral, banana, aveia, açúcar mascavo, canela em pó. Mas não é somente ela que chama atenção. Existem 25 sabores de cuca para serem apreciados pelo turista, que ainda pode adquirir artesanato, produtos coloniais e obter informações turísticas neste espaço.

Fique ligado

Cidade amiga do ciclista

Quem optar pelo passeio de bike pode usufruir de um local bem legal, o ponto de atendimento ao turista e cicloturista. Com atendimento das 6 às 21 horas, ele está localizado no quilômetro 71, da RS 239, junto ao posto de combustíveis Krupp, do empresário Paulo Krupp.

Com um ambiente decorado no clima das bikes, é possível encontrar espaço até para lavar a "magrela", além do turista ter a sua disposição um local para tomar banho, fazer a refeição em restaurante e até para deixar seu carro enquanto curte a cidade de bicicleta.

Estrutura dos altos

O trajeto para chegar até o Morro Grande conta com curvas na estrada, mas o espetáculo que pode ser apreciado a 841 metros de altitude valerá a pena. O visitante poderá apreciar o Parque do Voo Livre, que tem uma infraestrutura especial, com churrasqueiras, banheiros, água e luz, mas um local para ver como a natureza foi generosa com Rolante.

Jornal NH
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