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BAH!rulho

Novo single da Sofá a Jato chega com clipe

Pra Nunca Mais ganhou um vídeo estiloso, misturando animações com a atuação do ator Eduardo Spieler.

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Banda Sofá a Jato está com música nova
A banda Sofá a Jato, de Porto Alegre, acaba de lançar o clipe do seu novo single: Pra Nunca Mais. A música traz a união do eletrônico com o samba e a experimentação de novos elementos estéticos, lançando mão de timbres tradicionais como o violão e a harmonização de vozes misturados com efeitos sonoros processados e sintetizadores analógicos. O trabalho chega após o single Ilhado (2018) e o EP Amanhã (2017), e antecipa o disco que João Beal (baixo sintético e fornecedor de enérgico pra moçada), Yussef Lima (voz, violão e embaixador virtual da banda), Mateus Brenner (voz, teclas, ar condicionado e progressividade) e Frederico Demin (baterista e palhaço) – na descrição dos próprios músicos – estão preparando para 2020. Nesta quinta-feira (26), o grupo faz show de lançamento da música, junto com a banda Nom, no Estúdio Legato, em Porto Alegre. O Bah!rulho conversou com os caras pra saber um pouco mais sobre o clipe e o momento da Sofá a Jato. Se liga aí:

Como surgiu o conceito do clipe?
O conceito do clipe surgiu da letra mesmo, de se sentir preso e incapaz frente a alguma coisa, ou pessoa, quando na verdade o que realmente se deseja não consegue ser expresso. Através disso que tem os dois lados de um mesmo personagem, o dançante, delirante, e o cansado, abatido. O uso da animação tem mais a ver com a banda mesmo, com os escapes necessários no nosso dia-a-dia: um amor novo, uma cerveja com os amigos, um clipe, coisas que te tiram da realidade por um tempo pra tu poder suportar ela melhor depois.

A interação das animações com a atuação do ator Eduardo Spieler casou muito bem com a canção. Como foi o processo de criação do vídeo e quanto tempo ele levou para ser produzido?
Não demorou tanto assim pra falar a verdade, entre gravar as cenas com o Eduardo, editar e fazer as animações, talvez umas duas semanas. Depois tem o processo de filtrar e deixar tudo meio desenhado, que depende inteiramente do computador, aí demorou mais uns cinco dias.

Vocês ficaram satisfeitos com o resultado do clipe?
Ficamos, sim. Existe a questão do experimentalismo também, que é bem importante e da maneira que a gente faz acaba sendo sempre uma surpresa o resultado final. Então, se a gente se surpreende positivamente, vai ao ar.

Pra Nunca Mais saiu como single. É possível dizer que a música antecipa a sonoridade que a banda pretende seguir na producão de um próximo disco/EP?
Em termos de sonoridade aproxima de uma nova e ao mesmo tempo se despede de uma outra. Quer dizer, a parte de fazer samba talvez seja uma despedida, pelo menos por um tempo, agora a inclusão de transições e elementos mais eletrônicos junto com percussões acústicas talvez não. Esses singles são bem laboratoriais pra gente, o que combinar com a ideia de som futuro e da banda como um todo vai ficando e o que funcionou só pra essa música possivelmente acabará com ela.

Falando em próximo lançamento, vocês já têm planos para o sucessor do EP Amanhã, lançado em 2017?
Temos planos pra um disco ano que vem. Viemos trabalhando nele há um tempinho já, principalmente no conceito total dele. Ainda lançaremos mais uma single esse ano, no segundo semestre, que já vai levar um pouco mais pra o lado que vamos querer ir. Pouco a pouco vamos apontando pro lugar.

O clipe de Pra Nunca Mais foi divulgado há poucos dias. Já deu pra ter um retorno do público?
O resultado tem sido ótimo. Muitas pessoas vieram falar que a música e o clipe combinaram muito e se potencializaram, que é bem o que a gente queria, ainda mais que somos nós que fazemos os dois. É legal ver isso sendo reconhecido pela rapaziada. E no final das contas quanto mais a gente conseguir dar um escape pras pessoas se sentirem bem, melhor. Seja isso com músicas, vídeos, ou os dois juntos.

A Filosofia das Canções é o primeiro disco solo de Fredi Bessa

Trabalho do guitarrista e compositor leopoldense chegou nesta sexta-feira (12) às plataformas de streaming.

Foto por: Vergilio Lopes/Divulgação
Descrição da foto: Fredi Bessa está divulgando seu primeiro álbum em carreira solo
O guitarrista e compositor leopoldense Fredi Bessa está lançando seu primeiro disco solo. A Filosofia das Canções chegou às plataformas de streaming nesta sexta-feira (12/4). O show de lançamento está marcado para o dia 2 de maio, no Espaço Cultural 512, na Cidade Baixa, em Porto Alegre. A apresentação contará com a participação de artistas como Valeria (que gravou uma música no disco), André Neto (que assina uma das canções com Fredi), Cecé Passaro, Luisa Gonçalves e Cíntia Rodrigues. Há mais de dez anos na cena gaúcha, o músico já atuou como guitarrista, compositor e produtor em projetos como as bandas de rock Lítera e Sargento Malagueta, e no Grupo Aquarela, voltado ao público infantil. O álbum A Filosofia das Canções pode ser baixado gratuitamente no site oficial de Fredi Bessa. O Bah!rulho conversou com ele pra saber um pouco mais sobre essa nova fase de sua carreira. Então, dá play no disco ali embaixo e confere o papo. Se liga aí:

Você já integrou algumas bandas, mas como é a experiência de lançar um disco de trabalho solo?
Continuo trabalhando com algumas bandas e a experiência, pra mim, tem uma diferença fundamental. Lançar um trabalho solo implica, no meu caso, em buscar muito mais coragem, em encarar com muito mais intensidade a minha insegurança. Com uma banda, a gente divide o palco, divide as atenções, as responsabilidades, e isso é maravilhoso. Mas no projeto solo, a gente assina com nosso nome a autoria da obra.

Ficou satisfeito com o resultado das gravações?
Fiquei. Foi uma produção de baixíssimo orçamento, ouvindo o disco consigo imaginar vários detalhes, arranjos, melodias que poderiam fazer parte se tivéssemos mais tempo e grana. Mas dentro das possibilidades, acho que eu e o Pedro Matz, que assina a produção junto comigo, fizemos um bom trabalho.

Quais as principais influências musicais para esse trabalho?
São influências captadas durante a vida inteira. São discos, filmes, histórias que ouvi na infância, coisas que aprendi na adolescência, baques que levei na vida adulta. Todas essas experiências foram e continuam sendo interiorizadas, e fazendo parte de quem eu sou. Inevitavelmente, tudo isso vai ajudar a construir a composição.

Você cita com temas das músicas questionamentos filosóficos e situações do cotidiano como cuidar dos filhos, pagar as contas e dividir a vida com outra pessoa. Como é produzir música em meio à rotina do dia a dia?
A rotina diária não é leve. Eu e minha companheira, a Aline, somos responsáveis por duas crianças: nosso filho Bernardo, de 7 anos, e minha filha Alice, de 10. Isso exige bastante tempo e esforço. Por outro lado, essas experiências acabam se transformando em objeto do trabalho de composição. Fazem parte dela. Isso, aliado ao fato de que meu ofício, o meio pelo qual pago os boletos, é através da música, ajuda a conseguir unir esses dois aspectos da minha vida, a rotina do dia a dia e a produção de música.

O que você espera alcançar com esse disco?
Acho que essa é a pergunta com a resposta mais incerta. O que eu gostaria é que as pessoas escutassem minha música, gostassem delas, se inspirassem com elas, se emocionassem, fossem nos shows, de modo que compor, produzir e cantar minhas próprias músicas pudesse ser o principal meio pelo qual eu pagaria os boletos. Agora, se eu espero alcançar isso com esse disco? Racionalmente, ainda não. Acho que é um processo uma construção de obra, de público, de tudo. E esse disco é mais um passo, talvez um grande passo, nessa construção. 

Arthur Noswitz Trio divulga últimas três músicas do seu EP de estreia

Projeto instrumental do músico leopoldense tem influências de jazz, blues e rock.

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Arthur Noswitz comanda trio instrumental
O Bah!rulho já havia divulgado a primeira das quatro músicas do Arthur Noswitz Trio em fevereiro. Agora, o músico leopoldense já liberou as outras três composições instrumentais que formam o primeiro EP desse seu novo projeto musical. Depois de Genealogical Tree, vieram Next Point, Dance With Your Mind e The Street With Blue Lights. Arthur falou com o blog sobre a receptividade do trabalho e suas inspirações. "Amigos e conhecidos das redes vieram elogiar o trabalho, mas as quantidades de visualizações ainda são muito pequenas. O artista independente hoje, quando finaliza a obra percebe que está só no início do trabalho. Meu desafio agora é investir e criar estratégias pra alcançar mais visualizações."

A primeira música, Genealogical Tree, falava sobre antepassados, gerações, ancestralidade. Next Point é sobre ir direto ao ponto, fazer o que é preciso. E Dance With Your Mind tem relação com liberdade, é sobre deixar a vida seguir seu fluxo. Como estes temas conversam entre si?

Tudo partiu da investigação da minha árvore genealógica, estava curioso para saber de quais países e partes do mundo meus antepassados vieram. Isso, para mim, tem uma relação direta com uma vida nômade, de mudança e liberdade para ir e vir, que me levou a Dance With Your Mind. Já Next Point é a coragem para encarar essa mudança, fazer acontecer, o que reflete também no fazer dessa série de quatro vídeos, algo que eu queria e sabia que devia fazer.

Outra questão interessante é que os temas são apontados por ti, enquanto compositor, na descrição dos vídeos, mas as canções são instrumentais. Como é transmitir essas ideias sem uma letra, apenas com os instrumentos?

É como fazer uma leitura de imagem, a gente olha para ela, pensa diversas coisas e depois vai ler sobre o artista e a obra e descobre coisas que não havia pensado e outras que você imaginou e estão ali. Acho que o exercício é exatamente esse.

The Street With Blue Lights, a última música do EP, é a única que ganhou alguma cor no vídeo. Foi para combinar com o tema?

A última eu diria que é a mais especial e foi por isso que a deixei para o fechamento. Ela é a única a ter um efeito de cor que difere dos demais vídeos em preto e branco da série. O tema da última música também é o mais "jazzy" de todas, o que combinou muito com os músicos que me acompanharam nesta gravação, Lucas Fê na bateria e Felipe Schütz no contrabaixo.

A primeira música a gente já publicou em fevereiro (é só clicar no link que está em negrito no nome do artista, ali no início do texto). Confere então, os três últimos lançamentos do Arthur Noswitz Trio. Se liga aí:

Cartolas grava primeiro DVD da carreira em Porto Alegre

Gravação será realizada no sábado (6), no Agulha, com entrada gratuita.

Foto por: Anderson Pizarro Dorneles/Divulgação
Descrição da foto: Banda Cartolas vai gravar DVD no Agulha em Porto Alegre
Com quase 15 anos de história, quatro discos lançados e muitos quilômetros percorridos pela América do Sul, a banda Cartolas já tem data para a gravação do primeiro DVD de sua carreira. Com verba obtida pelo Fundo de Apoio à Cultura do Rio Grande do Sul para o projeto CirculaRS Cartolas, a gravação do DVD ao vivo acontecerá na noite de sábado (06/4), no Agulha (Rua Conselheiro Camargo, 300), em Porto Alegre. A entrada é gratuita para o público. A captação de imagens e produção do DVD ficarão por conta de Anderson Magal Dorneles, do DeD Studio.

Além dos maiores sucessos da banda, como Cara de Vilão e Sujeito Boa Praça, a Cartolas promete ainda algumas releituras próprias, além de músicas inéditas que estarão em seu próximo EP, atualmente em fase de produção e assinado por Marcelo Fruet. O DVD contará com a participação do multiinstrumentista e ex-integrante da banda, Pedro Petracco. Também fará participação especial no espetáculo o artista e produtor Marcelo Fruet, além de outros convidados. Se liga aí: 

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