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Morreu Stan Lee, o grande criador de super-heróis

Ele foi cocriador nos anos 60 de personagens como Homem-Aranha, Hulk, Homem de Ferro e Quarteto Fantástico.

Foto por: Wikimedia Commons
Descrição da foto: Stan Lee
Morreu na manhã desta segunda-feira (12), aos 95 anos, Stan Lee, famoso por revolucionar as histórias em quadrinhos de super-heróis nos anos 60 com os personagens da Marvel. Ele foi cocriador de super-heróis icônicos como "Homem-aranha" e "Incrível Hulk", que nos últimos anos também se tornaram personagens de sucesso nos cinemas.

A imprensa especializada noticiou que Lee morreu em Los Angeles. Conforme o site Hollywood Reporter, que deu a notícia, ele enfrentou uma série de doenças nos últimos anos.

Lee se tornou uma figura pop não só nos quadrinhos, mas também no cinema e na tevê. As emissoras de tevê a cabo passam programas de quadrinhos e até de divulgação científica estrelados por ele. No cinema, o estúdio Marvel popularizou sua figura nas participações especiais que ele fazia nos filmes de personagens da Marvel como Capitão América, Pantera Negra e Doutor Estranho.

(Com informações da AFP)

Na coluna de André Moraes: O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos

Superprodução da Disney é baseada no mesmo conto que inspirou balé de Tchaikowsky.

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Keira Knightley e Mackenzie Foy em cena de O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos
Superprodução da Disney assinada por dois veteranos, Lasse Hallström (Regras da Vida) e Joe Johnston (Capitão América), O Quebra Nozes e os Quatro Reinos não é, ao contrário do que você possa pensar, uma adaptação do popular balé de Tchaikowsky. O filme se anuncia como uma adaptação do mesmo conto no qual o balé é baseado, de autoria do escritor malucão E.T.A. Hoffmann. A música de Tchaikowsky aparece, mas na forma de alguns acordes mais populares aqui e ali. Tem música orquestral bem hollywoodiana e até algumas peças de outros compositores clássicos.

Na história, uma garota que recém perdeu a mãe está deprimida porque ganhou como último presente uma joia misteriosa sem chave. Em busca de uma solução para o problema, ela vai parar em uma terra de fantasia, onde sua mãe reinava mas agora quatro reinos estão em conflito.
A garota vai ter que aprender a lidar com seus sentimentos ao mesmo tempo em que pacifica os reinos. Conta com pouca ajuda, além da companhia fiel do soldadinho Quebra-Nozes.

O filme lembra muito o Alice no País das Maravilhas de Tim Burton, que também era uma superprodução da Disney recontando uma clássica história infantil de fantasia. O Quebra-Nozes chega a ser visivelmente calcado em Alice, ao trazer vários paralelismos entre personagens, começando por uma protagonista jovem e linda (Mackenzie Foy, a Murph de Interestelar) às voltas com os conflitos da adolescência. Mas também lembra, de certa forma, o recente Uma Dobra no Tempo, que, apesar da temática diferente, também era uma dessas extravagâncias visuais com moral familiar que a Disney larga de vez em quando.

Ignore o colunista ranzinza. Leve sua filha pequena e ela vai adorar.

Deuses e demônios à solta em Novo Hamburgo!

Autora faz campanha para lançar por editora de Portugal livro de fantasia ambientado na cidade.

Foto por: Reprodução
Descrição da foto: Imagem promocional do livro Entre Deuses e Demônios, de Sabrina Naud
Talvez você nem tenha notado, mas tem uma série de criaturas exóticas à solta em Novo Hamburgo. Deuses, demônios e toda sorte de seres fantásticos, às voltas com seus próprios problemas e às vezes dando uma topada no mundo dos mortais comuns.

Este é o ponto de partida do livro Entre Deuses e Demônios, da autora hamburguense Sabrina Naud. Ela está em processo de publicação desta história de fantasia por uma editora de Portugal. A obra ainda não está pronta, mas tem um site onde dá para baixar o primeiro capítulo para ler e também dá para se informar sobre o programa de crowd funding (vaquinha virtual), que inclui recompensas para quem participar.

Um aperitivo do livro, nas palavras da própria autora:

"A história se desenrola na pacata cidade de Novo Hamburgo no ano de 2001, onde as coisas não são como aparentam ser. Criaturas místicas, vampiros, bruxos, caçadores e deuses antigos se misturam ao cotidiano da população. Um mundo de magia e misticismo desperta à noite, onde a escuridão protege o seu segredo. Uma adolescente criada por elfos longe dali se muda para a cidade e com seus amigos, mestiços da mais variadas raças, luta para manter a ordem no local, além de lidar como problemas como aceitação, paixões, separações, preconceito, mentiras e tudo que é ampliado um milhão de vezes quando se tem 14 anos."

Foto por: Reprodução
Descrição da foto: A autora Sabrina Naud, de Novo Hamburgo
Sabrina conta que a história começou a ser criada quando ainda tinha 12 anos. Depois, aos 16, ela publicou um fanzine com amigos incluindo parte do universo do livro.

Vale a pena prestigiar, até por questão de sobrevivência cotidiana. Se já é difícil lidar com os adolescentes e pré-adolescentes de Novo Hamburgo e região (acredite, pai sabe dessas coisas), imagina quando eles forem vampiros, deuses antigos ou, pior, simplesmente demônios. 


Duas grandes vozes de outra era se despedem

Angela Maria, no Brasil, e Charles Aznavour, na França, marcaram uma época .

Em um intervalo de poucos dias, morreram a cantora brasileira Angela Maria e o francês Charles Aznavour. Ambos morreram em idade avançada, Angela Maria aos 89 e Aznavour aos 94, motivo pelo qual já não estavam tão presentes na mídia e no cotidiano do show business. Mas, interessantemente, ambos marcaram profundamente uma época.

Foto por: Angela Maria Oficial/Facebook/Reprodução
Descrição da foto: Cantora Angela Maria morreu aos 89 anos, em São Paulo
No Brasil, Angela Maria personificou como poucas a era das grandes estrelas do rádio. Ponto capital, foi um período marcado pelas vozes possantes ou com grande alcance vocal – caso dela. É um paradigma anterior às musas baseadas em estampa, das fases da tevê e da Internet. Compare a voz de Angela Maria com alguma cantora de sucesso nacional das paradas. Compare a estampa das duas. Lamentavelmente, a própria passagem do tempo tende a diminuir o efeito da perda. Assim como aconteceu com Cauby Peixoto, Angela Maria sobreviveu muitas décadas à sua era. As novas gerações talvez a redescubram agora.

Foto por: Ludmila Joaquina Valentina Buyo/Divulgação-Flickr
Descrição da foto: Charles Aznavour foi cantor e ator
Aznavour, por sua vez, foi bem mais que um cantor. Além de representante, com méritos, da grande canção francesa (se você não pegou o tempo, procure La Bohème, She ou Et Pourtant no Youtube), ele foi a personificação do galã francês, tanto na música quanto no cinema (ele fez vários filmes). Você vai rir, porque, com o nariz descomunal, Aznavour não pareceria, à primeira vista, qualquer sex symbol. Lembre, entretanto, que ele é a versão francesa de outro tipo de ídolo, assim como Humphrey Bogart nos Estados Unidos. Aznavour era o malandrão conquistador francês com bom papo e voz melíflua, um tipo de figura certamente anacrônica no século 21 mas que marcou mais de uma geração. Em sua época, teve casos rumorosos com algumas das principais musas da França.

Vale conferir a voz de ambos. Vai levar um bom tempo até que a música encontre a conjunção que, em Angela Maria e Charles Aznavour, era natural.

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