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Tecnologia

Golpe do WhatsApp usa pornografia para atrair incautos

Alerta é de empresas de segurança digital.

Foto por: Arte Reprodução
Descrição da foto: Golpistas estão por trás de golpe que promete pornografia
Empresas especializadas em segurança digital e sites especializados estão alertando para um golpe que circula por WhatsApp. Uma mensagem promete fotos pornográficas. Ao clicar ou seguir o link, é disparado um pedido de autorizar notificações, que se for aceito trará vários endereços que tentam infectar o computador ou celular do usário.

Uma das empresas que fizeram o alerta é a dfndr lab, que disponibiliza um link para que usuários testem a segurança de sites.

A mensagem vem disfarçada sob várias formas. Geralmente promete fotos de atrizes ou mulheres jovens. Um dos pontos em comum é a palavra "novinha" em algum ponto da postagem. Algumas vezes o link vem acompanhado de foto pornográfica.

Indique como Spam qualquer usuário que não estiver nos seus contatos e que se conecte no seu WhatsApp com uma mensagem assim. Se você enxergar algo parecido em grupos, notifique o administrador e, sobretudo, não siga o link.


Fogo destrói um museu atrás do outro no Brasil

Museu Nacional no Rio de Janeiro é mais um em uma série de incêndios que destruíram museus brasileiros na última década.

Foto por: Reprodução/ TV Globo
Descrição da foto: Incêndio atinge Museu Nacional no Rio de Janeiro
Notícia do domingo (02) que causou comoção internacional, o incêndio do Museu Nacional no Rio de Janeiro está sendo descrito como uma perda irreparável para o patrimônio científico e cultural brasileiro e até global. A pior notícia, entretanto, é que esta é só a mais recente perda irreparável de acervo no País. Nos últimos dez anos, têm se repetido incidentes deste tipo. Geralmente por má conservação ou panes elétricas, em várias ocasiões o fogo consumiu patrimônio científico, cultural e artístico do Brasil.

Veja uma cronologia das perdas

São Paulo - maio de 2010 - Incêndio destruiu o Laboratório de Répteis do Instituto Butantan. Parte do acerto foi perdida

Rio de Janeiro - março de 2011 - Incêndio destruiu parte do Palácio Universitário, prédio histórico do Câmpus Praia Vermelha da UFRJ

São Paulo - novembro de 2013 - Auditório do Memorial da América Latina queimou, incluindo famosa obra de arte de Tomie Ohtake

São Paulo - dezembro de 2015 - Fogo destruiu Museu da Língua Portuguesa

São Paulo - fevereiro de 2016 - Fogo destruiu parte do acervo da Cinemateca Brasileira. Foram perdidos mil rolos de filme

Autoridades vão passar os próximos dias arranjando culpados e prometendo soluções. Porém, como dá para ver pelo histórico, trata-se de um problema de longa data. Mais do que erro de um ou outro, o descaso com o patrimônio é um legado de décadas, resultado de sucessivas administrações que contingenciam, invariavelmente, verba na área. 

E nem sempre é preciso uma ocorrência tão dramática quanto um incêndio para destruir patrimônio. Na região, há museus lutando contra a falta de recursos e até as ameaças ao acervo, e a capital gaúcha já teve também obras artísticas e históricas ameaçadas por causa da precariedade de armazenagem. A Biblioteca Nacional, no RJ, ainda não passou por incêndios mas já perdeu parte do acervo por problemas de infiltração. 

Golpe do Momo preocupa escolas e pais

Vídeos e lenda urbana estão levando instituições de ensino do centro do País a alertar os pais.

Reprodução
Imagem do Momo, na verdade um detalhe de uma escultura japonesa, usado no perfil de um golpe que viralizou nas redes sociais
No final de julho, o blog alertou usuários sobre o golpe do Momo, no qual uma imagem assustadora de mulher-pássaro (na verdade, uma escultura japonesa) aparece nas redes sociais ou no whatsapp do usuário, tentando pescar dados pessoais. Agora, a coisa ganhou outra dimensão. Impulsionado pela lenda urbana de que se trata de um fantasma e por vídeos em redes sociais, o Momo está preocupando escolas.

Instituições do Rio de Janeiro e São Paulo já distribuíram e-mails aos pais alertando para conscientizar os filhos e evitar que caiam no golpe. Alguns dos vídeos que viralizaram entre crianças e adolescentes mostram supostos bate-papos on-line com o Momo, que pede informações pessoais, alega saber segredos sobre a criança e inclusive propõe desafios perigosos.

Muitos dos vídeos são armações ou exageros, mas o risco de haver hackers ou criminosos do outro lado da linha, no caso de um chat, é real. Alguns pais também estão preocupados que possa se tratar de um fenômeno análogo ao jogo da Baleia Azul, no qual crianças supostamente eram induzidas à automutilação ou até à asfixia.

É importante alertar que a baleia azul provocou pânico exagerado, e que a rapidez da propagação se devia, em grande parte, ao excesso de zelo dos pais, que sem querer aumentaram a exposição da notícia. Pode estar acontecendo o mesmo com o Momo. Porém, diferente da baleia azul, que era uma brincadeira de mau gosto e perigosa entre jovens, o Momo envolve um risco adicional, porque aparenta estar ligado a grupos criminosos tentando roubar dados. Em qualquer caso, a conscientização dos filhos é importante. 

Esqueceu o documento do carro? Vai dar para usar o celular

Novo sistema on-line, conjunto com a CNH Digital, começou a ser implementado e já está disponível em Brasília.

A exemplo do que já ocorre com o título de eleitor e com a carteira nacional de habilitação (CNH), o registro e o licenciamento de veículos automotores terão também uma versão digital. O documento pode ser baixado a partir desta segunda (27), por meio do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CNH Digital), já disponível tanto para o sistema Android como para o IOS. Por enquanto, ele só está disponível no Distrito Federal. "Não há ainda um prazo definido para que os demais Estados aderirem porque a adesão é voluntária e depende dos órgãos de trânsito", disse o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, durante a cerimônia de lançamento do aplicativo para a capital federal.

O aplicativo reunirá, na mesma plataforma, CNH, seguro obrigatório e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). Segundo o ministro, a ideia do aplicativo é facilitar a vida do cidadão e diminuir as filas dos departamentos de trânsito.

Apesar de não haver, até o momento, um prazo definido para que os departamentos de trânsito das demais unidades federativas passem a adotar a versão eletrônica do documento, a expectativa do diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Maurício Alves, é de que até o final do ano todos os Estados já estejam operando com o aplicativo.


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