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Carros novos fecham o terceiro trimestre com mais de 5% de alta

Com este resultado de setembro, os modelos zero-quilômetro já acumulam 13% de aumento nos preços nestes nove meses do ano.

Publicado em: 19.10.2021 às 06:00

A onda de reajustes de preços dos carros continua no Brasil. De acordo com o último Monitor de Variação de Preços da KBB Brasil, empresa especializada em pesquisa de preços de veículos novos e usados, os automóveis zero-quilômetro com ano-modelo 2022 tiveram acréscimo médio de 2,59% em setembro. Com isso, a média acumulada de alta deste recorte no terceiro trimestre do ano chegou a 5,31%.

Volkswagen Gol

No mês passado, a média de variação dos preços dos carros novos ficou em 0,54%, superior ao resultado observado nos dois meses anteriores, o que demonstra que a tendência de aumentos, arrefecida no final do primeiro semestre, reforçou-se. A variação média dos veículos novos com ano-modelo 2021, grupo formado praticamente por carros de estoque atualmente, também avançou nos últimos três meses, fechando setembro com 0,31% de acréscimo.

Com este resultado de setembro, os modelos 2022 já acumulam 13% de alta nos preços nestes nove meses do ano. Os modelos 2021, 5,77%.

A mesma curva ascendente dos preços dos carros novos neste último trimestre se repete nos segmentos de seminovos e usados. Com relação aos automóveis com até 3 anos de uso, a alta acumulada foi de 1,37%, em média, sendo o ano-modelo 2018 o que mais contribuiu para a subida de preços no período, com média acumulada de 2,69% de alta nos últimos três meses. Assim, este grupo acumula 11,12% de aumento em nove meses, sendo os modelos 2018 os que mais avançaram, com 14,87% de aumento.

Já no caso dos veículos "usadões" (de 4 a 10 anos de uso), a variação média acumulada entre julho e setembro foi de 3,84%, sendo o ano-modelo 2012 o mais "inflacionado", com 4,17% de aumento médio no período. Este é o segmento de veículos que mais subiu de preço relativamente, uma vez que a média de reajuste acumulado do ano já alcança 16,88%, com os modelos 2011 quase superando a barreira dos 20% de aumento total (já chegaram a 19,04% de acréscimo em nove meses).


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